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Entenda o usuário

Aprenda a fazer pesquisas com usuários, analisar modelos mentais e otimizar resultados que geram impacto nos negócios

Prototipação e testes

Crie um protótipo e faça testes de usabilidade, além de análise heurística para melhorar interfaces

Mentoria de Carreira

Alunos podem fazer o curso de Gestão de Carreira gratuitamente e participar de feiras de recrutamento (Recruting Day) na escola


Imagen de Experiência do Usuário (UX)

Por que Experiência do Usuário (UX)?

Aprender os fundamentos:
  1. 01. Método de Trabalho em UX
  2. 02. Modelos de Negócios
  3. 03. Desk Research
  4. 04. Pesquisa Quantitativa
  5. 05. Pesquisa Qualitativa
  6. 06. Etnografia
Idear soluções:
  1. 01. Criação de Personas
  2. 02. Jornada do Cliente
  3. 03. Storytelling
  4. 04. Processos de Ideação
  5. 05. Acessibilidade
  6. 06. Arquitetura de Ecossistema
Desenhar e validar:
  1. 01. Linguagem Digital
  2. 02. Padrões de Design e Interação
  3. 03. Análise Heurística
  4. 04. Prototipação
  5. 05. Testes de Usabilidade
  6. 06. Métricas e KPI’s

E na minha carreira?

E o futuro?

As empresas têm investido cada vez mais no design centrado no usuário para criar produtos e serviços. Há muitas oportunidades para trabalhar em startups, agências e empresas, como freelancer ou com contrato fixo.

Salário

O salário médio inicial para UX Designer júnior é de R$4,149. A demanda por esse tipo de profissional aumentou 69% de 2018 para 2019. (fonte: Revelo julho/2019)

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Turno: Noite

19:00 às 22:30

Vila Olímpia
Dias da semana
segunda, quarta
Início
7 Out
Fim
1 Abr
Investimento
R$ 12.600

Por que estudar na Digital House?

Nossa missão é formar a próxima geração de profissionais digitais. Temos um campus de quatro andares na Vila Olímpia (Avenida Doutor Cardoso de Melo, 90 - São Paulo) com salas equipadas com um computador por aluno. Nossa metodologia própria de ensino intensivo é focada na prática, com um currículo feito sob medida para o que o mercado exige. Participe também de eventos para networking e recrutamento. Adquira habilidades digitais! Venha para a Digital House!

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Entenda a relação de UX com design, programação e dados

Antes muito relacionada com design e arquitetura da informação, UX expandiu seus horizontes para agregar outros conhecimentos e habilidades. Se pensarmos naquela comparação com a medicina que citamos no post Como começar uma carreira em UX, descobrimos que as especializações de UX vão muito além de escolher entre cardiologia e ortopedia. Ou seja, o leque de atuação de um profissional de UX tornou-se tão amplo que já incorporou outras áreas e especialidades, como design, programação e ciência de dados. Apesar dessas relações nem sempre parecerem óbvias, elas agregam um grande valor para sua empresa e seu negócio. Confira também Afinal, o que é essa tal de User Experience (UX)?UX e DesignEsta é a relação mais conhecida e muita gente acredita que para ser um bom profissional de UX é imprescindível saber diagramar, usar Photoshop e outras ferramentas de edição de imagem. É verdade que ter o olhar treinado para imagens agradáveis é um ganho para o profissional de UX. Mas a experiência do usuário também tem a ver com funcionalidade e usabilidade, não adianta ser bonito se não for prático. Dentro do espectro de atuação de UX Design estão o estudo da interação entre o cliente (pessoa) e o produto (interface), a criação de protótipos e wireframes, o desenvolvimento do mapa do site, o desenho da jornada do usuário, criação de moodboard e auditoria de conteúdo. Ou seja, a relação entre UX e Design está além de deixar somente a interface atraente e criar um conceito visual que faça sentido. Está em pensar em cada etapa do usuário dentro da interface, os possíveis caminhos que ele percorrerá no site a responsividade em diferentes dispositivos, entre outros.UX e ProgramaçãoA relação entre UX e programação pode parecer estranha para quem pensa que criatividade e linhas de código estão em lados opostos. Quem acredita nisso não só está errado como está também perdendo excelentes oportunidades. Profissionais de UX e programação se beneficiam mutuamente ao compartilharem conhecimentos. E beneficiam também seu projeto. Quando um programador possui noções básica de experiência do usuário, ele vai desenvolver seu projeto com o cliente em mente. Uma das coisas mais comuns que Amyris Fernandez, coordenadora do curso de UX na Digital House, encontra nas turmas de desenvolvimento full stack são projetos que não levam em consideração a usabilidade e o cliente. “Muitos profissionais estão focados em escrever suas linhas de código e esquecem que do outro lado uma pessoa vai interagir com aquela interface”. Profissionais de UX com noções de programação conseguem prever possíveis problemas técnicos quando desenham o projeto. E profissionais de programação com noções de UX fazem o mesmo. No fim do dia, é possível evitar o temido “retrabalho” e economizar tempo, recursos e mão de obra.UX e DadosPara muita gente, a relação entre UX e dados está somente em relatórios de analytics. Mas com a quantidade de dados disponíveis crescendo cada dia mais, é possível ter insights que vão muito além de cliques e tempo de sessão. O comportamento de usuários em uma página gera dados que nos ajudam a avaliar possíveis problemas na interface, como caminhos que não são encontrados ou formulários que espantam o cliente. Dados fornecem um feedback em tempo real. E a pessoa que consegue encontrar, coletar, traduzir e avaliar essas informações é o cientista de dados. Além de corrigir problemas, os dados auxiliam na personalização do conteúdo de acordo com definições de públicos. Uma pessoa no Rio de Janeiro pode ver a página do seu e-commerce diferente de alguém de São Paulo, porque foi constatado que nos dois locais a interação se dá de outro jeito.O usuário em focoÉ importante manter sempre em mente que relação entre UX e design, programação e dados tem uma grande coisa em comum: o usuário. Ele deve estar no centro de todas as tomadas de decisão, dos desenhos de interface, do desenvolvimento das linhas de códigos e da análise de dados. É o usuário quem vai determinar o sucesso ou o fracasso do seu projeto, então sempre tenha-o o mais próximo possível do seu desenvolvimento.

Como começar uma carreira em UX? img
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Como começar uma carreira em UX?

User Experience é uma área voltada exatamente para aquilo que seu nome sugere: a experiência do usuário. E o primeiro passo para começar uma carreira em UX é entender o que isso significa. Pense no seu dia a dia, nos sites que você navega ou nos apps do seu celular. Pare um segundo para refletir a respeito de suas funcionalidades, sua praticidade e seu design. Há algo que você mudaria? Talvez um caminho mais fácil para chegar ao carrinho de compras naquele seu e-commerce favorito? Quem sabe cores em tom pastel seriam mais agradáveis? Por que não um menu drop no seu site de notícias? Tudo isso - e muito mais - está associado a UX. Ao contrário do que muita gente pensa, UX não é um mercado que só este ou aquele profissional pode atuar, existem muitos ramos de especialização dentro da experiência do usuário. E sua carreira vai depender de qual nicho se encaixa melhor ao seu perfil. A professora e coordenadora do curso de Experiência do Usuário na Digital House, Amyris Fernandez, compara os desdobramentos da carreira de UX com a medicina, salvas as devidas proporções, "Quando você decide ser médico, pode se especializar em diversas áreas, como cardiologia ou otorrino, o mesmo acontece em UX". Agora que você já sabe um pouco mais sobre o que é experiência do usuário, está na hora de entender como começar uma carreira em UX. Abaixo, listamos algumas dicas para te ajudar nesse caminho.Prepare-se para a maratonaComeçar em uma nova área, recolocar-se no mercado ou fazer uma transição de carreira é similar a treinar para uma maratona. Você precisará dedicar muitas horas ao treino antes de conseguir ter sucesso. Para Amyris, é essencial separar uma quantidade significativa de horas de estudo no seu dia. Procure blogs, podcasts, fóruns de discussão e livros para manter-se atualizado sobre o tema. Afinal, não basta só aprender os conceitos e as ferramentas, é necessário manter-se afiado e por dentro das mudanças e tendências do mercado. Seu estudo em UX será contínuo, mesmo depois de já ter conseguido uma posição no mercado.Pense UXNão basta só saber usar as ferramentas da rotina de um profissional de UX, para a coordenadora Fernandez, "qualquer tutorial na internet te ensina a manusear uma ferramenta, é preciso saber pensar UX". Mas o que significa "saber pensar UX"? Significa ser mais do que um mero executor e conseguir enxergar problemas, necessidades, soluções e estratégias. Pensar UX é conhecer todos os processos que envolvem a experiência do usuário e conseguir antecipar possíveis problemas no projeto. Para isso, é importante "adquirir vocabulário". Segundo Amyris, é preciso entender o "idioma" que todos do seu time de UX falam: os conceitos de TI e programação, os jargões dos designers e as análises do time de dados. Sendo assim, na hora de escolher um curso na área de UX, procure aquele que te oferece todo o arco de conhecimento e que vai passar por todas as especificidades da experiência do usuário, fornecendo, assim, uma visão macro da profissão.Faça seu portfólio contar sua históriaUma das dúvidas mais frequentes para quem pensa em começar uma carreira em UX é a necessidade de portfólio que muitas empresas pedem. Se você está começando na área, ainda não tem nenhum projeto para mostrar. Mas se não for empregado por alguém, nunca terá experiência para um portfólio. Mais do que apresentar um grupo de imagens e descrições, a dica da professora Amyris é fazer seu portfólio contar uma história sobre a experiência que você adquiriu até agora. Por que não narrar algum exercício em sala de aula que você desenvolveu uma excelente solução com seu grupo? Você pode analisar um site, identificar um problema e propor algo novo. Mais do que mostrar sua habilidade com Photoshop ou com pesquisas de usuário, seu portfólio deve mostrar que você consegue traduzir o problema do cliente e oferecer a melhor solução.Faça networking do jeito certoEstamos acostumados a limitar nosso networking a professores, colegas de classe, ambiente de trabalho e eventos em nossa área. Mas a coordenadora de UX da Digital House aconselha levar seu networking para o próximo nível. "Circule em camadas que são acima do seu nível de conforto. Compareça em eventos que não são de UX, não tenha medo de marcar almoços e cafés", explica. Para Amyris, o melhor networking é proativo em vez de somente reativo, "não fique esperando as coisas acontecerem, seja ousado e focado".Entenda que você está (re)começandoA parte mais difícil para quem quer começar uma carreira em UX ou qualquer outra área é entender que será preciso dar um ou mais passar para trás antes de conseguir avançar. Você não será coordenador ou gerente e UX de primeira. Muitas pessoas que estão procurando transição de carreira acreditam que suas experiências prévias vão conseguir alavancar essas mudanças, mas essa está longe de ser a regra. É preciso muita humildade e a compreensão de que muitos erros serão cometidos antes de acertos. A boa notícia é que erros são excelentes professores. Gostou? Aproveite para saber mais sobre o curso de UX da Digital House Brasil.

Como implementar as Técnicas de Pesquisa de Usuários (User Research) certas para o desenvolvimento do seu produto img
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Como implementar as Técnicas de Pesquisa de Usuários (User Research) certas para o desenvolvimento do seu produto

A verdade que muitas empresas nem sempre gostariam de admitir é que você nunca conhece seus usuários o suficiente, por mais que você tenha todos os dados demográficos e comportamentais à mão, Pesquisas de Usuários nunca são ultrapassadas e desnecessárias, afinal, você sempre pode aprender algo novo com os seus consumidores. Mas com tantas técnicas e tipos diferentes de pesquisa, pode ser confuso saber quais são as melhores para o desenvolvimento do seu produto. Um das formas mais difundidas para saber qual técnica aplicar foi desenvolvida pelo VP de Design da Capital One e PhD pela Stanford University, Christian Rohrer, usando um simples diagrama com três "momentos" e que contempla vinte métodos de pesquisa de usuários:- Atitude (opinião) x Comportamento (uso)- Qualitativo x Quantitativo- Contexto de uso Fonte: https://www.nngroup.com/articles/which-ux-research-methods/A primeira impressão do diagrama pode não ser muito boa, mas para entendê-lo melhor basta compreender os eixos. Não vamos focar aqui em explicar o que cada técnica de pesquisa de usuários é ou faz, mas sim quando é melhor usá-las. Atitude e ComportamentoExiste uma clara diferença entre o que as pessoas pensam e dizem entre o que elas de fato fazem. E isso também vale para interação com produtos e serviços. No diagrama, o eixo vertical (attitudinal x behavioral) mostra exatamente isso. Técnicas de pesquisa como estudos de campo, testes em ambiente controlado ou laboratório e testes A/B estão ligados à resultados que falam mais sobre o comportamento e o uso do produto. Enquanto isso, feedbacks do consumidor, formulários e surveys, grupos foco e entrevistas estão relacionadas à opiniões sobre o produto, lembrando que nesse eixo nem sempre o usuário de fato interagiu com o serviço, mas ele pode ter algo a dizer sobre isso mesmo assim, principalmente se ele for um usuário em potencial ou corresponder às características demográficas do público-alvo.Qualitativo e QuantitativoO eixo horizontal do diagrama parece apresentar uma diferença óbvia, no entanto, engana-se que a diferença está somente em números e dados, está também nos métodos de extração dos dados. Sim, a área "Quantitativo" envolve um grande volume de dados que são coletados indiretamente, ou seja, sem contato direto com o consumidor - e esta é a principal diferença - através de ferramentas de análise (como Google Analytics), surveys e formulários. Aqui, perguntas do tipo "quanto?" ou "quantas?" são respondidas. Por exemplo, quantas pessoas indicariam este produto para os amigos? Quanto às pesquisas de cunho qualitativo, elas envolvem observação de ações e reações, além de contato direto com o usuário para investigar comportamentos e opiniões. Dificilmente os dados coletados podem ser traduzidos matematicamente e envolvem mais "insights" do que análises objetivas. Perguntas como "por quê?" e "como consertar?" são mais facilmente respondidas com técnicas de pesquisas de usuários que estão nesse lado do eixo horizontal.Contexto de UsoO último momento do diagrama de Rohrer envolve os símbolos coloridos na imagem e suas respectivas legendas. Cada cor corresponde a um tipo de interação que o usuário teve (ou não) com o produto.Na imagem, as pesquisas indicadas pelo símbolo de cor verde são aquelas que envolvem um uso natural e espontâneo do produto; o símbolo de cor rosa está relacionado a pesquisas em ambientes controlados, geralmente laboratórios, sendo o uso do produto direcionado e roteirizado; o triângulo alaranjado está relacionado a pesquisas e estudos de uso descontextualizado ou sem uso algum do produto; por fim, o símbolo azul corresponde a pesquisas que possuem formas híbridas de uso, como testes de conceito e desejabilidade.Sendo assim, para saber qual técnica de pesquisa de usuários você deve usar, é preciso entender qual etapa e momento de desenvolvimento o seu produto está e entender o que você quer descobrir a respeito do seu usuário. Se você quer descobrir o que o motivaria a realizar a compra, escolha uma pesquisa que esteja na parte inferior do diagrama. Mas se você quer investigar se as características atuais do produto atendem às expectativas dos usuários, procure as técnicas que envolvem o símbolo ver e estejam à esquerda no diagrama, e assim por diante.