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5 métricas essenciais de marketing digital para ficar de olho

5 métricas essenciais de marketing digital para ficar de olho
mkt
3 de dezembro de 2018
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Ao desenvolver estratégias de marketing digital, é preciso ter em mente que, além de estruturar muito bem todas as ações e táticas, deve haver um constante monitoramento das métricas e indicadores alcançados.


A ideia é que os indicadores sirvam como base para que o estrategista de marketing saiba que rumo tomar em cada etapa das ações. Afinal, sem dados não há como saber se uma estratégia está funcionando e nem como ter previsibilidade sobre as próximas etapas que precisam ser identificadas. Para que você saiba o que precisa monitorar, listamos 5 métricas essenciais de marketing digital para ficar de olho. Não deixe de acompanhar nos tópicos a seguir.

1. Leads gerados

São chamados de leads os visitantes de seu site ou blog que se interessaram pelos conteúdos que você oferece. Nem sempre essas pessoas já desejam comprar o seu produto ou serviço, e por isso elas devem ser vistas como clientes em potencial. Um visitante do site ou blog se torna um lead quando fornece dados para a sua empresa em troca de algo, como um e-book para download, a assinatura de uma newsletter, o pedido para fazer um teste grátis, etc. No entanto, não se deve contabilizar apenas a quantidade de leads gerados, como também os canais de onde eles vieram, por exemplo: campanhas de e-mail marketing, redes sociais e buscas orgânicas no Google. Assim, é possível compreender qual tipo de ação de captação de leads traz mais resultados para o seu perfil de público.

2. Taxas de conversão no funil de vendas

Outra métrica importante e que deve ser levada em consideração é a taxa de conversão no funil de vendas, ou seja, a quantidade de pessoas que acessaram o site e se tornaram leads. Esse número é sempre expresso em porcentagens. A relevância de se observar as taxas de conversão no funil de vendas se justifica pelo fato de que não adianta um site ou blog ter uma grande quantidade de visitantes se não converter, ou seja, se as pessoas que o acessam não se tornam leads. No caso de a taxa de conversão do seu site ou blog estar muito abaixo do esperado, é sinal de que as pessoas não estão demonstrando interesse naquilo que você oferece. Por isso, é necessário rever a estratégia que está sendo adotada.

3. Oportunidades de vendas

Os leads que já foram nutridos e que demonstraram interesse na solução que a sua empresa oferece passam a ser vistos como oportunidades de vendas. Esse número é bastante relevante, uma vez que são essas pessoas as que podem ser abordadas diretamente para que uma venda seja realizada. Assim como as taxas de conversão, as oportunidades de vendas não devem apenas ser vistas como um número absoluto, mas sim como um percentual. Pois somente assim é possível compreender se as estratégias de marketing digital estão gerando os resultados desejados pela empresa.

No caso de você ter uma geração de leads grande, mas um número de oportunidades pequeno, por exemplo, significa que o processo de nutrição não está sendo tão eficiente quanto deveria. Esse é um indicador que você precisa fazer mudanças na forma como esse processo está sendo feito.

4. Custo de aquisição de clientes (CAC)

O Custo de Aquisição de Clientes (CAC) é uma das principais métricas do marketing digital, pois envolve a saúde financeira da sua empresa. Desconhecer o CAC é um erro grave cometido por muitas empresas, que acabam não tendo sucesso em ações de marketing digital. O cálculo do CAC das estratégias de marketing digital, de maneira resumida, apresenta o valor que a aquisição de cada cliente custou para a empresa.

Logo, quanto menor for o CAC, melhor para a organização. O cálculo dessa métrica envolve três fatores: o valor do investimento em marketing, o valor do investimento em vendas e o número de novos clientes conquistados. A ideia é que o CAC seja verificado em períodos de tempo determinados, como mensalmente ou semestralmente. A fórmula do CAC é bastante simples e deve ser expressa da seguinte forma: CAC = (investimento em marketing + investimento em vendas) / número de novos clientes conquistados.

O resultado do CAC também é bastante relevante para que você faça o cruzamento com outras métricas secundárias, como é o caso do Ticket Médio e do Lifetime Value. Além disso, também é possível comparar o CAC com o ROI, que será explicado a seguir.

5. Retorno sobre o investimento (ROI)

O retorno sobre o investimento, conhecido pela sigla em inglês ROI, que significa Return On Investment, é uma das principais métricas adotadas pelas empresas em áreas diversas, o que inclui o marketing digital. A relevância do ROI se dá pelo fato de esse indicador permitir saber o retorno de um investimento realizado, ou seja, se ganhou ou perdeu dinheiro ao investir em ações de marketing digital.

A partir do ROI, a empresa poderá analisar os resultados que obteve e avaliar se vale a pena investir ou não em determinados canais. Para fazer o cálculo, basta aplicar a seguinte fórmula: ROI = (receita - custo) / custo. Se as suas estratégias de marketing alcançarem um ROI positivo, significa que as ações adotadas estão sendo bem sucedidas, os custos sendo otimizados e os leads se tornando compradores. Porém, se isso não ocorrer, algum erro está sendo cometido no percurso. Com base nesse indicador, portanto, você poderá analisar as suas estratégias e identificar os seus erros cometidos nas atividades de marketing digital.

Essas são algumas das principais métricas de marketing digital nas quais você precisa ficar de olho, porém, não são as únicas que precisam ser avaliadas. Existem diversas métricas secundárias e que devem ser levadas em consideração, sendo as citadas as mais indicadas para que o empreendedor possa fazer uma análise "de longe" das operações realizadas. Conseguiu aprender mais sobre as métricas de marketing digital? Então compartilhe este conteúdo nas suas redes sociais para que outras pessoas possam saber mais sobre o assunto.


Escrito por Flaubi Farias, Content Marketer com 10 anos de experiência na web e Editor de Conteúdo da Resultados Digitais.

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Digital House e Talenses lançam pesquisa inédita sobre organização digital

No dia 06 de agosto, pela manhã, o auditório da Digital House serviu de palco para o evento de lançamento da pesquisa “Paradigma Digital: a demanda por habilidades e profissionais digitais”, desenvolvida pela Talenses em parceria com a Digital House Brasil.O evento contou com mais de 100 profissionais da área de Recursos Humanos, entre gerentes e diretores que compareceram para entender os resultados do estudo e também para debater soluções para os desafios que as empresas encontram ao fazer sua transformação digital.Além da apresentação dos principais resultados do estudo, o lançamento contou com um painel de discussões com especialistas, moderado pelo jornalista Marc Tawil. Participaram: Patrícia Araújo (Head de RH do Mercado Livre e professora da Digital House), Bruno Pina (CDO da Astrazeneca), Luciano Bittioli (senior recruiter da Talenses) e o Edney Souza, diretor acadêmico aqui da escola.Sobre o estudoO estudo veio de um levantamento com profissionais das áreas de Recursos Humanos de mais de 100 empresas de diferentes portes e dos mais diversos setores: serviços, comércio e indústria. A coleta de dados ocorreu durante o segundo trimestre de 2019, entendendo as demandas por profissionais digitais no mercado.O CEO da Digital House Brasil, Carlos Alberto Júlio, contou que essa foi a primeira edição da pesquisa, que procurou identificar onde estão as dificuldades do RH e das empresas em encontrar profissionais para a nova economia. Os resultados foram surpreendentes, e foi possível enxergar quem tem mais ou menos dificuldade em fazer a transformação digital: “A intenção é dar continuidade nesse trabalho e que consigamos aprofundá-lo com outros aspectos do mundo digital”.O estudo responde a algumas questões como:Quais setores estão mais maduros no processo de transformação digital? Quem está mais avançado nesse processo: pequenas, médias ou grandes empresas?Quais são os profissionais digitais mais difíceis de encontrar para contratar?Quais as habilidades digitais mais valorizadas por quem contrata?Quais são áreas de uma empresa que mais demandam profissionais digitais?Que impacto as empresas sentem pela falta de profissionais digitais para contratar?Dentre os resultados apresentados, foi possível observar que, quando comparado com setor de comércio e serviços, a indústria se mostra atrás nessa corrida de transformação digital. Para Carlos Alberto, “fica claro que o setor de serviços foi mais impactado pela questão digital, dada a sua conexão direta com o seu cliente final. Nem sempre uma indústria tem essa relação direta com o consumidor e com a sua cadeia de distribuição.”Já para Luiz Valente, diretor geral da Talenses, comenta que um dado preocupante apresentado pela pesquisa é o baixo investimento em treinamentos para conceitos de digital: “Há uma necessidade urgente de que as companhias passem a investir e direcionar recursos para o treinamento em ferramentas e metodologias digitais.”Ele também menciona que há um desafio muito claro para as áreas de Recursos Humanos no que diz respeito à conscientização sobre a transformação digital: “as empresas precisam começar a compreender quais são as alternativas de modelo de negócios, de processos internos, que vantagens o ecossistema digital pode trazer para as organizações. O RH, junto com a liderança da companhia, precisa estar engajado e estimulando para que todas as áreas entrem nessa jornada”.Especialistas discutem cenário do mercado de digital e perspectivas de futuroBruno Pina, da Astrazeneca, comentou que uma das grandes dificuldades do corpo executivo é entender a necessidade de dar um passo à frente para a transformação. “O primeiro passo pra gente começar a se transformar é sair do ‘não sei que não sei’ para o ‘sei que não sei’. Ou seja, reconhecer o problema e fazer uma autoavaliação”.De acordo com Patrícia Araújo, um evento como esse é importante para preparar as áreas de RH e empresas, para que elas sejam melhores e mais preparadas para a digital. “A gente não está contribuindo só para as empresas que estamos atuando, mas sim para a economia deste país”.Além disso, ela acredita que ao atuar como parceiro de negócios, o setor de RH contribui para transformar a cultura das organizações. “Para isso, precisamos estar dois a três passos à frente, o que significa treinar e desenvolver a nós mesmos. Precisamos continuar desaprendendo e aprendendo para contribuir. Todas as empresas serão transformadas de alguma maneira. Algumas, talvez, em escala exponencial, muito maior, enquanto outras em escala menor, mas em todas o RH tem a oportunidade de ser parceiro nessa mudança.Já Edney Souza reforça que todas as áreas precisam ser digitais: “Você precisa de profissionais de TI no Marketing, na área de finanças, no jurídico. Quando você tem uma única área que entende de TI, isso se torna um grande gargalo que atrapalha o desenvolvimento da sua companhia”.Quer saber mais? Baixe agora o relatório completo e tenha acesso a todos os resultados dessa pesquisa inédita no mercado!

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Co-marketing: conceito, benefícios e estratégias

Quando o país dá sinais de recessão econômica, é comum empresas voltarem seus cortes e contingências para a área de Marketing. Esse cenário exige das equipes soluções criativas que podem, inclusive, acarretar na ressurreição de práticas já conhecidas, como é o caso do co-marketing.O nome pode ser novo, mas o princípio já vem sendo aplicado há alguns anos. Co-marketing é quando você unifica sua estratégia de marketing com a de uma empresa que tenha público-alvo e objetivos semelhantes. Alguns são exemplos podem ser encontrados nas campanhas conjuntas feitas por companhias aéreas e locadoras de carros, ou lojas de artigos esportivos e academias.Não são necessariamente empresas que competem diretamente entre si, mas que atuam em mercados semelhantes. Nos casos citados acima, nos nichos de turismo e esportes.Talvez seja o momento certo para olhar para a área de atuação de sua empresa e buscar possíveis parceiros que queiram criar uma parceria frutífera em prol de um bem comum. Afinal, o co-marketing é a síntese da expressão "a união faz a força".BenefíciosQuando duas empresas optam pelo co-marketing, elas compartilham os dois lados da moeda: trabalho e resultados. A não ser que uma empresa tenha mais interesse na parceria que a outra, sendo possível então negociar quem contribuirá com o quê.Força de uma aliançaO co-marketing permite que as duas empresas envolvidas consigam aumentar seu alcance, cruzando base de dados e leads. Apesar de atuarem no mesmo segmento, os clientes de uma empresa podem não conhecer a outra. Assim, ambas aumentam suas oportunidades de vendas.Confira ainda 4 empresas que estão usando o Big Data para aumentar receitas e diminuir custos.A melhor maneira de fazer isso acontecer é cada empresa disparar e-mails para as respectivas bases apresentando a parceira e incluindo sua assinatura na mensagem. Não cadastre em sua base e-mails de pessoas que não se inscreveram em sua newsletter, as duas empresas podem ser classificadas como spam e ter este importante recurso bloqueado.OrçamentoAo unir duas estratégias de marketing para um bem comum, com foco no mesmo público-alvo e ações similares, você consegue economizar mão de obra, melhorar a produtividade da equipe e reduzir o investimento em ferramentas. Tudo isso sem comprometer a taxa de sucesso de sua campanha.Ande com os experts da áreaAo optar pelo co-marketing, é importante ter em mente com qual tipo de empresa você quer se associar. Andar com os experts da área irá, automaticamente, conferir autoridade e respeito à sua marca.Além do mais, quando sua empresa é indicada por uma marca “de confiança” dos clientes, eles tendem a transferir parte dessa confiança a você, que é recomendado por alguém que já conquistou respeito.Lembre-se que é sempre uma via de mão dupla, esses benefícios devem existir tanto para você quanto para seu aliado.EstratégiasSeja exigente na escolhaJá falamos alguns parágrafos acima como é importante escolher o parceiro certo para sua estratégia de co-marketing. Não é só a posição da outra empresa no mercado que precisa ser levada em consideração nessa decisão.Pense em alguém que possa complementar seu produto e que agregue valor ao projeto. Evite empresas que não possuem conhecimento em marketing digital ou não têm conceitos básicos definidos como público-alvo, persona, jornada do consumidor, entre outros.Palavra-chave: PlanejamentoJá percebeu como quase todos os artigos que falam sobre estratégia têm a palavra “planejamento” como um item importante? Pois bem, se planejar é importante quando você está definindo caminhos para sua própria empresa, é algo indispensável quando você está desenhando um projeto com um parceiro.O planejamento precisa ser meticuloso e envolver seu aliado em cada etapa. Não se apresse e não tente fazer as coisas acontecerem antes do tempo. É preciso de paciência extra quando se trata de co-marketing, pois é o futuro de duas marcas em jogo.Todo mundo ganhaEstabeleça uma relação em que todo mundo ganhe, não tente ser esperto e tirar vantagem do co-marketing para alavancar sua empresa. Seu parceiro precisa sair desse projeto com tantos benefícios e ganhos quanto você.Em alguns casos, como já falamos acima, as duas empresas podem não compartilhar a mesma posição e status dentro do mercado. Ou talvez uma companhia seja maior que a outra. Em casos em que a parceria já começa com um certo de nível de desigualdade, é importante criar uma compensação.A empresa com mais recursos pode realizar a maior parte do investimento, enquanto a outra entra com mão de obra, por exemplo.Divida bem as tarefasA partir do momento em que foi definida qual será a relação entre as empresas parceiras, divida as tarefas e deixe bem claro para cada lado qual seu papel a cumprir. A troca pode ser um post no blog, webinar, eBook, vídeos, eventos e o que mais as empresas identificarem como troca positiva no que abrange o marketing compartilhado.Durante o planejamento, aproveitem para mapear as forças e fraquezas das respectivas áreas de marketing de cada empresa. Esse exercício pode ser valioso no momento de decidir quem vai controlar o investimento em redes sociais e quem vai acompanhar KPI’s e medir resultados, por exemplo.Hora de medir resultadosFalando em medir resultados, é preciso acompanhar as métricas das ações realizadas no co-marketing para ter certeza de que a parceria foi, de fato, um sucesso. Esses dados são valiosos durante a parceria, para realizar eventuais ajustes nas campanhas, e depois que o acordo foi finalizado, para saber quais foram os erros e acertos.Aproveite para ler 5 métricas essenciais de marketing digital para ficar de olho.Bons números também servirão de base para um próximo projeto com um novo parceiro de co-marketing no futuro. Você poderá apresentar os resultados positivos de uma estratégia compartilhada.

Desenvolvedor front end: o que preciso saber pra ser um? img
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Desenvolvedor front end: o que preciso saber pra ser um?

Você decidiu que pode ser uma boa atuar como desenvolvedor front end, mas não sabe exatamente como começar? Ou já começou a programar, mas quer mergulhar ainda mais a fundo nessa área? Ok, esse universo pode parecer bastante confuso à primeira vista, pois existem vários caminhos a serem trilhados nessa carreira.Um ótimo conselho é pesquisar todas as possibilidades para decidir qual direção tomar. Neste texto, vamos falar um pouquinho com quem tem interesse em desenvolvimento de interfaces que conversam diretamente com os usuários, ou seja, o famoso front end!Quer entender como funciona, quais os primeiros passos e se o mercado está favorável? Chamamos a professora do curso de Desenvolvimento Web Full Stack, Hendy Almeida, para esclarecer todas as dúvidas!O que é o front end e back endQue tal começar diferenciando dois dos conceitos mais conhecidos do desenvolvimento web? Se, dentro de uma aplicação, você souber separar o front end do back end, já será um ótimo começo!Hendy explica que, quando falamos no back end, nos referimos à parte que está por trás das interfaces, se comunicando com os servidores, guardando informações no banco de dados e definindo as regras de negócio.Já o front end é a parte responsável pela interação com o usuário. Isso significa que estamos falando de todo o conteúdo que fica visível, como por exemplo: o layout da página, os efeitos visuais e até mesmo a validação de formulários. O desenvolvedor front end precisa ter um olhar voltado para experiência do usuário para que o trabalho aconteça da melhor maneira possível.Deu para entender que, apesar de diferentes, os desenvolvedores das duas áreas acabam se complementando, certo?O que faz um desenvolvedor front-endFocando especificamente na turma dos front-end developers, Hendy mostra que, nessa área, é possível criar páginas web utilizando HTML, CSS e Javascript, normalmente com base em um layout pré-definido por um designer ou pela equipe de design. Isso significa que trabalhar em equipe é fundamental para pensar na melhor experiência possível para o usuário.Esse trabalho requer muita atenção aos detalhes, pois é importante garantir que o design da página esteja de acordo com o que foi pré-definido, ou que a usabilidade esteja fluida. O usuário final está em primeiro lugar, e a experiência dele vai ser sempre considerada para fazer as devidas otimizações, quando necessário.Por que o front end é tão importante?Bem, depois de tanta explicação, fica até fácil entender a importância do front end, né? Só de saber que o principal objetivo desse profissional é oferecer uma boa experiência para o usuário, já se percebe quem é que descomplica e cuida da aparência do desenvolvimento web.Hendy alerta: “Você pode ter um sistema super funcional no back end, mas se ele não for atraente e de fácil acesso, não adianta nada”. É no front que consegue-se facilitar a usabilidade de um sistema web e mudar a experiência do usuário.Mercado de trabalho em altaBoas notícias para os entusiastas e futuros desenvolvedores: o mercado para front end só tem crescido e está em alta! Para Hendy, hoje em dia, há muitas possibilidades de vagas na área, para atuar desde os níveis de conhecimento mais básicos, como HTML, CSS e Javascript, até o modo avançado, como ReactJS, Angular e Service Worker. Segundo o site Glassdoor, o salário médio para um desenvolvedor front é de R$ 3.995 por mês, podendo variar até chegar a mais de R$ 13.000. Nada mal, hein!Vem ser front end você também!Gostou da ideia de entrar nessa profissão desafiadora? Hendy conta o que é preciso aprender no começo da carreira “De início é preciso estudar as bases: HTML para estruturar o conteúdo, CSS que é nossa folha de estilo, e Javascript que permite adicionar lógica e interagir com eventos do usuário como click ou scroll na página. Depois disso, nós podemos ir para parte mais divertida, como Bootstrap e jQuey, ou seja, as bibliotecas/frameworks que facilitam nosso trabalho”.Com esse tanto de palavra e expressões, fica mais uma dica: o inglês é um diferencial que te ajudará muito no dia a dia! Até mesmo para buscar referências e leituras que, grande parte das vezes, não estão disponíveis em português.E também é importante lembrar que, mesmo que você escolha se especializar no front end, será preciso ter noções de como o todo se comunica com o back end, ou como funciona o banco de dados, por exemplo. A profissão é apaixonante e divertida! Com certeza, você vai adorar!