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9 coisas que você deve pensar antes de abrir um e-commerce

9 coisas que você deve pensar antes de abrir um e-commerce
mkt
29 de outubro de 2018
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Está pensando em abrir um e-commerce? Em tempos de crise, esta parece ser uma atitude promissora


Segundo dados da E-commerce News, em 2017 o crescimento do e-commerce foi de 12% em relação a 2016. Acredita-se, segundo a publicação, que em 2018 cheguemos a 15%. Dados da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico, a Abracom, indicam que o faturamento foi de 59,9 bilhões de reais. O estudo faz uma ligação direta entre o aumento das vendas online e o crescimento das pesquisas no Google. Se você está pensando em abrir um e-commerce ou migrar seu atual negócio para uma loja virtual, aqui vão dicas dos especialistas.

1. Escolha a plataforma certa, pensando no momento do seu negócio

As plataformas mais conhecidas são as SaaS (Software as a Service), mais simples e com custos menores. Funcionam para lojas virtuais que não precisam de personalização. Mais completas, há as do tipo Open Source, que disponibilizam mais recursos de integração e planejamento de produtos. "Há plataformas mais simples, que podem funcionar em um primeiro momento. Mas é fundamental planejar como será o crescimento", afirma Hugo Rosso, professor de Marketing Digital e também do Programa Executivo de E-Commerce da Digital House.

2. Plataformas têm recursos: saiba usá-los

Toda plataforma tem ferramentas que podem (e devem) ser exploradas. Cálculo do frete e estimativa de prazo de entrega, por exemplo, são recursos que podem ser decisivos para a efetivação de uma compra. Para diversos segmentos do mercado é bastante útil a opção de sugestão de produtos que combinam ou complementam itens que o cliente já colocou no carrinho. Frete grátis e acúmulo de pontos de fidelidade também podem fazer seu e-commerce se diferenciar.

3. Design e usabilidade andam juntos

Com tantos sites e lojas virtuais na internet, a concorrência por atenção é enorme. Uma vez que você consiga a visita do cliente no seu e-commerce, procure impactá-lo com um visual impecável. Cuide da escolha de cores, fontes, botões e verifique se o layout está adequado à sua marca. Junto com o design, pense na usabilidade. São fatores que se apoiam. Avalie: seu site é fácil de entender? As informações estão claras? O visitante fica em dúvida em algum momento? De nada adianta ter um visual bonito, mas gerar dúvidas na experiência do usuário.

4. O e-commerce precisa funcionar (e bem) no celular

O termo em inglês que resume essa dica é "mobile first". Ou seja, a experiência do usuário pelo celular deve ser priorizada. Sempre teste a plataforma, o design e a usabilidade no mobile e dê bastante atenção a isso. Atualmente, o volume de compras via celular só aumenta em relação ao desktop. A tendência é que, em breve, absolutamente tudo seja pelo celular.

5. Investir na apresentação dos produtos é fundamental

Em uma loja física, o cliente pode tocar, mexer e experimentar o produto. Na loja virtual, não. Essa desvantagem deve ser superada com uma exibição detalhada dos produtos. Apresente ângulos diferentes, faça vídeos e valorize detalhes que colaborem para a percepção de valor. Se o e-commerce é ligado ao setor de moda, por exemplo, mostre a peça em um look completo, dê opções de combinação, coloque zoom em itens de acabamento, como botões, costuras, textura do tecido.

6. Sem marketing digital o negócio não decola

Por melhores que sejam seus preços e produtos, por mais empenhado que você esteja, ninguém vai aparecer no seu site por acaso. Se isso acontecer, será uma exceção. No mundo online, é a loja quem busca o cliente, e não o contrário. Portanto, planeje um investimento em marketing digital. Além de movimentar seu site, gerando tráfego de usuários, você terá informações sobre a jornada de compra do visitante e sobre o seu negócio. Tais dados podem ser vitais para suas tomadas de decisão e ajustes de rota.

7. Quem vai atender o cliente?

Sua loja será frequentada por pessoas. E pessoas têm dúvidas, problemas, mudam de ideia, se arrependem. Se em uma loja física o atendimento ao cliente é importantíssimo, que dirá em uma loja virtual? Planeje como funcionará essa operação: quais são os canais de atendimento, quem atende, em quanto tempo, de que forma. Lembre-se: você irá lidar com o público e precisa estar preparado para isso. Saber se expressar, ser veloz na resposta, estar alinhado aos direitos do consumidor. Sempre disponibilize um número de telefone, para o qual o cliente possa ligar.

8. Passe segurança

Comprar pela internet é um hábito relativamente novo para algumas gerações de consumidores. "Será que esse site é sério?", "O produto vai chegar?", "Vão roubar meus dados?", essas dúvidas sempre surgem diante de uma loja nova. Há que se estabelecer confiança em todo o processo. Um dos instrumentos para isso é a Política de Privacidade, Troca e Devolução de Produtos.

Quanto mais detalhada, melhor. Seja claro, objetivo e transparente em toda a sua comunicação e deixe esse item em evidência no site. É fundamental que seu site tenha e exiba as certificações e selos de segurança, atribuídos por órgãos confiáveis. Informe também que a plataforma se responsabiliza pela privacidade dos dados do cliente, e que estes não serão fornecidos ou vendidos para terceiros.

9. Clientes têm pressa

Nada mais frustrante do que comprar algo que nunca chega. Por mais que o produto esteja correto, seja bom e não apresente problemas, se chegar atrasado a experiência do cliente com a sua loja será negativa. Escolha bem seu parceiro de logística. Cuide também para que a embalagem seja bonita, de boa qualidade, buscando surpreender positivamente seu cliente. Isso é fundamental para o sucesso do seu negócio. Está pensando em iniciar ou otimizar uma operação de e-commerce? Nosso programa imersivo de e-commerce pode te ajudar. Aqui falamos um pouco mais sobre ele.

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carreira

Recrutamento digital: 6 tendências para sintonizar seu RH com a tecnologia

Sabemos que o setor de RH mudou muito: está mais ágil, estratégico e digital — tudo para acompanhar o ritmo do mercado.Da mesma forma, o recrutamento e a seleção também evoluíram do offline para o online, aproveitando todas as facilidades que a internet oferece.Então, que tal automatizar sua triagem de currículos, usar o poder dos dados para selecionar candidatos e preencher suas vagas 100% online?Tudo isso é possível com as tendências de recrutamento digital que você vai conhecer agora.Vamos às novidades?Siga a leitura.O que é recrutamento digitalO recrutamento digital é uma estratégia de RH que utiliza o poder dos dados e da conectividade para encontrar, atrair e selecionar candidatos de forma mais rápida, barata e precisa.Ou seja: é o processo seletivo tradicional turbinado pelas ferramentas do online, que facilitam o trabalho de conexão com os melhores talentos do mercado.Graças à tecnologia, o profissional de RH não precisa mais investir seu tempo em tarefas manuais e repetitivas, como eliminar currículos com base em parâmetros de formação dos candidatos.Com o recrutamento digital, a parte operacional do trabalho é reduzida ao máximo, e o RH amplia sua atuação estratégica.6 tendências do recrutamento digitalOs avanços tecnológicos ditam a evolução do recrutamento digital, que promete agilizar a rotina do RH e tornar o processo cada vez mais inteligente. Considerando que 77% dos brasileiros já procuraram emprego na internet, segundo dados do Ibope Conecta, de 2018, as tendências a seguir devem se aprofundar rapidamente. 1. Social RecruitingPara além dos tradicionais sites de vagas, há um universo de candidatos a ser explorado nas mídias sociais mais populares.Por isso, o social recruiting, ou recrutamento social, é uma das tendências mais importantes dos nossos tempos.Muito mais do que postar suas vagas nas redes sociais da empresa, você pode fazer buscas avançadas por candidatos no LinkedIn, nutrir relacionamentos no Facebook e engajar candidatos no Instagram. De acordo com uma pesquisa de 2018 da Talent Lyft, 94% dos recrutadores entrevistados planeja usar as mídias sociais no recrutamento, enquanto quase metade (49%) dos que já utilizam constataram uma melhora na qualidade dos candidatos. 2. Inbound RecruitingVocê já deve ter ouvido falar no marketing de recrutamento, que consiste em usar as técnicas de promoção e divulgação do marketing para recrutar candidatos.Quando evoluímos essa ideia para o marketing digital, chegamos ao inbound recruiting: a metodologia de marketing de atração aplicada ao R&S.Na prática, significa atrair talentos ao invés de correr atrás deles na web, criando conteúdos relevantes e criando proximidade com os candidatos.  3. Employer brandingNa mesma lógica de atratividade de talentos, temos o employer branding como tendência generalizada de recrutamento online.Considerando que 75% dos profissionais avaliam a reputação da empresa como empregadora antes de se candidatar a uma vaga, segundo um estudo de 2018 do LinkedIn, é melhor garantir sua reputação na internet.Afinal, os talentos vão buscar informações no seu site de carreiras, em redes sociais e em sites como o Glassdoor — e quanto melhor a impressão, maiores as chances de ter bons candidatos.  4. CRM (Candidate Relationship Management)Da mesma forma que a empresa gerencia seu relacionamento com os clientes, também deve manter contato com seus futuros talentos. Para isso, existem as ferramentas de CRM (Candidate Relationship Management), que permitem automatizar e-mails durante o processo seletivo e oferecer feedbacks imediatos aos seus candidatos.Assim, você garante o vínculo com os profissionais e facilita a comunicação no recrutamento e seleção. 5. Applicant Tracking System (ATS) com IAO Applicant Tracking System (ATS) é um software completo para gestão do recrutamento, que segue em alta no RH e vem ganhando novas funcionalidades. Hoje, a grande aposta é nos ATS com inteligência artificial, que permitem realizar a triagem de candidatos de forma automática e cruzar dados para combinar os perfis às vagas.Para isso, esses sistemas utilizam algoritmos poderosos para selecionar os melhores candidatos de acordo com os critérios da posição, agilizando o processo seletivo com o máximo de precisão. 5. Marketplace de talentosOutra tendência em destaque no recrutamento digital é o marketplace de talentos, que consiste em uma plataforma que conecta profissionais às empresas.Essas plataformas combinam tecnologias como inteligência artificial, Big Data e machine learning para pré-selecionar candidatos e encontrar combinações perfeitas entre profissionais e vagas. Dessa forma, é possível agilizar as contratações e concluir processos seletivos com muito mais rapidez e economia. 6. ChatbotsNa onda de automação do relacionamento com os candidatos, os chatbots (robôs de conversação) já estão sendo usados para manter a comunicação no processo seletivo.Esses sistemas movidos a inteligência artificial e programados para dar respostas prontas são muito úteis para:- Informar candidatos sobre o status do processo- Enviar mensagens de confirmação e feedback- Agendar entrevistas e testes- Realizar triagens iniciais com perguntas estratégicas.Já imaginou ter um chatbot como assistente virtual para acelerar seu processo seletivo? Fique por dentro das tendências do recrutamento digitalSe você quer ficar por dentro das tendências do recrutamento digital e revolucionar seu RH, já pode escolher quais tecnologias se adaptam à sua realidade.Felizmente, contamos com empresas inovadoras focadas em soluções digitais para o RH: as HR techs.Essas startups se dedicam a criar ferramentas e sistemas sob medida para agilizar seu recrutamento e seleção, desde a busca por candidatos até a contratação. Para conhecer melhor esse mercado e suas soluções, você pode baixar gratuitamente o e-book HR Tech: O que isso significa para você?, produzido pela Revelo. E se toda essa revolução tecnológica ainda não está tão clara para você — ou se você quer se aprofundar mais no assunto antes de arriscar um investimento —, vale a pena realizar o Curso de Gestão de RH Digital da Digital House.Nele, você vai aprender tudo sobre as ferramentas de recrutamento digital, além de estratégias de people analytics, marketing digital e employer branding. Pronto, você já tem todo o conhecimento e ferramentas de que precisa: agora é só acelerar seu RH rumo à cultura digital.Texto desenvolvido por: Mayara Toyama, do time de conteúdo da Revelo. A Revelo é uma HR Tech que utiliza Inteligência Artificial para inverter o esquema de recrutamento. Dentro da sua plataforma, não são os candidatos que buscam pelas empresas, mas as empresas que têm acesso aos talentos de carreiras como: design, marketing digital, BI, finanças, engenheiros de software e negócios.

SEO: conceito, importância e estratégias img
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SEO: conceito, importância e estratégias

Quantas vezes por dia você recorre ao Google para te dar alguma resposta sobre a vida, o universo e tudo mais? Plataformas e mecanismos de busca são as enciclopédias modernas (alguém ainda sabe o que é uma Barsa?) e nós fazemos uso deles com tanta frequência que nem notamos mais.Mas o Google não está interessado em somente dar respostas, ele quer fornecer as melhores respostas. E é nesse cenário que aparece o SEO. A sigla significa Search Engine Optimization, ou em tradução livre otimização de mecanismo de busca.Existe uma série de regras em cada mecanismo de busca para ajudá-los a encontrar os resultados mais certeiros, completos e com autoridade.Esse conjunto de critérios se traduz em técnicas que são utlizadas em blogs, sites e outras páginas na web para garantir que o conteúdo seja considerado relevante e, consequentemente, ganhe um bom rankeamento orgânico.Traduzindo de uma forma bastante simples: um site que segue todas as regras determinadas pelos mecanismos de busca tem mais chances de aparecer na primeira página de resultados.E seja honesto, quantas vezes você foi além da página 1 ou 2? A verdade é que 90% dos usuários do Google clicam apenas em resultados que aparecem na primeira página.Dessa forma, fica mais fácil entender porque SEO é tão vital para uma estratégia de marketing de conteúdo digital e por que estar nas primeiras posições é uma ambição tão grande de tantas empresasOutra grande vantagem de aplicar técnicas de SEO em sua página é o fato de ser gratuito e garantir tráfego orgânico para seu site. Mas isso não significa que não existam investimentos importantes a serem feitos para garantir uma excelente estratégia de SEO, como em ferramentas e mão-de-obra qualificada.Importância do SEOUma estratégia de SEO consistente e bem desenhada confere visibilidade e autoridade para sua marca. Os mecanismos de busca compreendem que o seu conteúdo tem qualidade e também vem de uma fonte confiável, por isso o coloca entre os primeiros resultados.Isso reflete no tráfego do seu site, na geração de leads, em conversão e vendas, ou seja, retorno financeiro para sua empresa. Pesquisas indicam que 93% das compras online começam com uma palavra-chave em mecanismos de busca, por exemplo.EstratégiasA gama de estratégias para SEO é bem extensa e vai de ações mecânicas do dia a dia a questões técnicas e complexas. Nós vamos listar as mais conhecidas e aplicadas dentro do Marketing Digital.ConteúdoUm bom conteúdo, como já falamos aqui no texto sobre Inbound Marketing, é a chave para qualquer estratégia bem-sucedida de marketing digital. E o SEO é a fechadura. Quanto mais exclusivo for seu conteúdo, mais autoridade você ganhará, pois outros sites irão te citar como fonte (vamos falar mais sobre isso em Link Building).Os mecanismos de busca também conseguem identificar conteúdos bem escritos, com ritmo de leitura e boa densidade de palavras-chaves. Aliás, para blogs e sites, recomenda-se um mínimo de 600 palavras em um texto para ganhar uma boa posição em páginas de busca. Além do corpo do texto, outros elementos fazem parte do seu conteúdo: como o título e a descrição, os links internos e as heading tags dentro do seu texto. Veja abaixo outros elementos do conteúdo que fazem parte da sua estratégia SEO e merecem sua atenção:Títulos: O título do seu texto deve ser objetivo, curto e conter a palavra-chave designada para aquele texto. Mecanismos de busca consideram um conteúdo de qualidade quando ele também posui subtítulo e parte do texto com destaques em negrito, pois deixa a leitura mais dinâmica.Descrição: A descrição é aquilo que aparecerá no mecanismo de busca logo abaixo do título e do link, é um breve resumo do assunto do seu texto. Apesar de não ter interferir no rankeamento da sua página, ela influência na taxa de clique. Se for um resumo chamativo e com um Call-to-action, melhor ainda.URL: Os mecanismos de busca fazem uma varredura nos hiperlinks e na URL do seu site ou post em blog. Códigos e palavras sem sentido não são bem vistas, mas incluir a palavra-chave em um texto curto e descritivo é um tiro certeiro.Links internos: Os links internos não parecem ser muita valia porque geralmente direcionam para páginas fora do seu site, certo? Errado. Eles auxiliam os motores de busca a entenderem em qual gama de asuntos seu blog se encontra e com quais sites ele se relaciona. O texto âncora, ou seja, a palavra ou frase que irá receber o link precisa de atenção: frases genéricas não melhoram seu rankeamento da mesma forma que palavras-chave primárias e secundárias.Heading Tags: Dentro do texto, as heading tags (H1, H2, H3) ajudam os robôs dos mecanismos de buscas a ordenarem o conteúdo em estrutura lógica que vai do mais importante (H1) ao menos importante (H3).Link buildingNós já falamos extensivamente de Link Building em um outro artigo do nosso blog, mas sempre vale a pena reforçar sua importância para uma estratégia bem-sucedida de SEO.Fazendo uma rápida recapitulação: links contam como votos para mecanismos de busca e quanto mais votos seu site tiver, ou seja, quanto mais pessoas incluírem seu link em suas páginas, mais votos você tem.O Google também leva em consideração a qualidade dos votos, então os sites que fazem referência ao seu também precisam de um bom rankeamento na plataforma. NavegaçãoSEO vai muito além de conteúdo e palavras-chaves, também tem a ver com a estrutura do seu site. De nada adianta ter o melhor texto com as melhores keywords se seu site não posui alguns requisitos básicos que garantem uma navegação segura e prazeirosa para o usuário.Velocidade: uma página leve carrega mais rápido do que uma página repleta de gráficos complexos, animações e vídeos. E seus usuários querem uma página que seja mais leve que uma pena. E os mecanismos de busca também.Segurança HTTPS: Um dos maiores focos do Google é segurança na navegação dos usuários e o HTTPS se tornou um fator de rankeamento em 2014. Isso faz com que os dados enviados pelo seu site sejam autenticados e criptografados.Sitemap: O sitemap, como o nome diz, é um mapa do seu site que auxilia os mecanismos de busca a entenderem como seu site e sua estrutura funcionam.Site responsivo: Poucas experiências são mais desagradáveis para um usuário que entrar pelo celular em um site que não tem uma versão mobile ou que não é responsivo. Com o crescimento exponencial de acessos em sites e mecanismos de busca por meio de smartphones é vital ter um site responsivo.UXExperiência do usuário tem tudo a ver com estratégia SEO já que tudo o que está listado acima é usado não só para conseguir um bom rankeamento em mecanismos de busca, mas também para que o visitante do seu site tenha uma passagem agradável pelo seu conteúdo.Aqui entram as métricas e análises do seu site e também as taxas de acessos orgânicos (uma das principais métricas para saber se sua estratégia de SEO está no caminho certo). Você pode reunir inúmeros dados relevantes como taxa de rejeição, tempo de sessão, dados demográficos e assim por diante, com a ajuda de ferramentas como Google Analytics.Palavras-chaveA primeira coisa que vem à mente quando começamos a falar sobre SEO são as palavras-chaves, então por que elas são o último item desta lista? Porque elas poderiam ganhar um artigo só para elas, tamanhas são as possibilidades.Todo o seu conteúdo e a sua estratégia irá girar em torno de uma palavra-chave principal. E escolher os conjuntos de palavras-chave do seu site é uma tarefa exigente.Comece entendendo quais são os assuntos que giram em torno do seu negócio e que podem gerar conteúdos. Crie um mapa mental com as principais palavras relacionadas a esses temas.Com o auxílio de ferramentas como SemRush, Moz, Palavras-chave do Google e outras faça uma pesquisa com essas palavras. A sua pesquisa retornará dados e análises sobre a utlização e o volume de busca dessas palavras e poderá sugerir correlatas.O próximo passo é entender o que você já tem trabalhando a seu favor. Através de análise de dados, entenda quais palavras-chave geram tráfego para sua empresa atualmente. Por exemplo, o nome do seu site com certeza é buscado e faz com que as pessoas cheguem até você.Não descarte essas informações coletadas, guarde-as para consulta no momento de criar novos conteúdos e mantenha um monitoramento ativo do posicionamento orgânico de seu site, acompanhando o desempenho de seus conteúdos e das palavras-chave selecionada.Criar uma estratégia SEO exige dedicação e compromisso, mas não é uma tarefa impossível. Ao implementar essas técnicas em sua página web, os resultados positivos serão inevitáveis.Quer saber mais sobre marketing digital, seus conceitos e estratégias? A Digital House oferece cursos para quem está procurando uma nova carreira digital, venha nos fazer uma visita e saber o que podemor fazer por você.

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Inbound Marketing: Conceito, estratégias e benefícios

Se você ainda não sabe o que é Inbound Marketing, está mais do que na hora de não só aprender seus conceitos, mas aplicar suas estratégias em seu negócio.Enquanto o marketing tradicional, também conhecido como outbound, "corre atrás" de seus clientes, tentando impactá-los com campanhas, anúncios e canções viciantes, essa nova forma de fazer marketing, conhecida como inbound, atrai os clientes até a sua empresa.Em tradução literal, Inbound Marketing significa "marketing de entrada", mas também tem sido traduzido como "marketing de atração", isso por causa da estratégia que citamos acima. Mas como, de fato, colocar toda essa atração em prática?A principal arma do Inbound Marketing é um conteúdo de qualidade. A partir do momento que seu cliente em potencial entra em contato com um conteúdo relevante e que desperta seu interesse, ele estará mais próximo de se tornar não só um cliente efetivo como também um embaixador da sua marca.EstratégiasAs estratégias do Inbound Marketing são melhor compreendidas e aprendidas quando as classificamos de acordo com a jornada do consumidor (ou, funil de vendas), que envolve as etapas de Atração, Conversão, Venda e Fidelização.AtraçãoNa hora de atrair potenciais clientes, é importante ter em mente que, como tudo na vida, qualidade está acima de quantidade. De nada adianta concentrar um volumoso tráfego para seu site ou ter milhares de seguidores e fãs em suas redes sociais se não houver engajamento e, principalmente, conversões e vendas.Confira 10 dicas para melhorar o seu marketing nas redes sociais.O marketing de conteúdo é o centro da sua estratégia de Inbound e ele estará presente em todas as etapas da jornada do consumidor.Para atrair com conteúdo, você precisa da tríplice site, blog e redes sociais. O site armazena e expõe todas as informações relevantes sobre seu produto e precisa ser fácil de encontrar em uma busca de palavras-chave. É por isso que você precisa investir em SEO (Search Engine Optimization) e incluir suas práticas em todos os conteúdos produzidos.O blog reunirá todos os conteúdos criativos, cativantes e informativos que serão utlizados em sua estratégia de Inbound Marketing. Os textos dessa plataforma também precisam seguir SEO (saiba mais sobre Search Engine Optimization).As redes sociais também são um importante e relevante canal para atrair público qualificado e ajudam a tornar sua marca atraente, mas lembre-se que ao expor sua marca nestas plataformas, sua empresa está sumetida a regras de interação e algoritmos alheios que podem não ser alinhados com seus objetivos. Por isso, é importante manter uma plataforma onde quem cria as regras é você, como um blog e um site.ConversãoAgora que seu público já está tomando forma, com visitantes regulares do site e fãs nas redes sociais, é preciso encontrar seus leads, ou seja, os clientes em potencial. As próximas estratégias tem como objetivo aproximar-se do público e intensificar seu relacionamento.Formulários e Landing Pages são ferramentas bastante utlizadas para conversão. São úteis para coletar informações dos clientes, como dados demográficos, mas precisam de atenção: os formulários precisam ser fáceis e descomplicados de preencher.Já as landing pages oferecem um conteúdo exclusivo e de alta qualidade, como um e-book ou uma e-class, em troca de algumas informações pequenas como seu nome e e-mail. Para ambos você precisa de um "chamado à ação" ou Call To Action, um convite sem rodeios e imperativo.Com as informações em mãos, você precisa fazer a gestão de relacionamento com o cliente. Isso acontece através de softwares de CRM (Customer Relationship Managment). Enquanto isso, um plano de CRO (Conversion Rate Oprtimization) pecisa ser desenvolvido, consideração testes e dados coletados.VendaAgora que você conhece seu consumidor, firmou uma relação saudável e duradoura com ele, e sabe do que ele gosta, está na hora de vender seu produto. Tenha em mente que neste estágio do funil de vendas, seu futuro cliente acredita na sua autoridade (graças ao seu bom conteúdo) e talvez falte muito pouco para convencê-lo a ir até o fim com a compra.Nesta etapa, e-mails marketing são fundamentais para manter seus leads interassados em sua marca e atualizados a respeito de novidades e promoções. O alto nível de personalização também ajuda a estreitar laços com seu lead, por isso ferramentas de automação são tão importantes.Elas te auxiliam a administrar, gerir e nutrir centenas de leads com necessidades diferentes sem deixar o cliente perder a sensação de que aquela é uma conversa direta com ele.Use o lead scoring para saber em qual seu momento sua conversão está: seu cliente acabou de chegar, está com você há algum tempo ou já desistiu da sua marca? A pontuação te orienta para saber como nutrir seus leads e qual a melhor sequência de e-mails para ajudá-lo a caminhar pela jornada do consumidor até o final.FidelizaçãoNão pense que a venda é o fim do seu relacionamento com o cliente. O pós-venda é tão importante (se não mais) quanto todo o processo que antecedeu o momento de fechar o negócio.Isso porque o seu cliente pode recomendar seu produto, trazer mais consumidores e ser uma voz a favor da sua marca. Ou ele pode fazer justamente o contrário, usar suas redes sociais e outros meios para influenciar pessoas a nunca mais comprarem seu produto. E a linha entre esses dois extremos é tênue.Para fidelizar seu cliente, você precisa de um atendimento pós-venda que não só avalie a satisfação do cliente com o produto, mas que também saiba solucionar possíveis problemas de maneira rápida, eficaz e ética. Práticas de SAC 2.0 com bots podem ajudam no princípio, mas o fator humano é sempre o mais reconfortante para o cliente.Os conteúdos não param de ser enviados depois da compra, pelo contrário, você deve continuar sugerindo conteúdos relevantes, de qualidade e que sejam complementares às necessidades que já foram atendidas.BenefíciosDepois de aplicar todas as estratégias acima e colocar em prática o Inbound Marketing em sua empresa, qual são as vantagen e os benefícios que retornarão para a sua empresa?Estratégias de Inbound têm mais chances de alcançar um público de alta qualidade e certeiro para sua empresa, afinal, muitas pessoas que procuram por serviços ou produtos específicos não os procuram em sites de marcas, mas sim em plataformas de busca, como Google. O Inbound Marketing, se bem executado, coloca a sua marca em uma posição de destaque nestas plataformas.Um público qualificado aliado a um conteúdo relevante resulta em confiança por parte do consumidor, consequentemente o ciclo das vendas torna-se menor enquanto o ticket médio aumenta. Como o próprio nome diz, a estratégia de marketing de atração visa aproximar-se do público alvo para que ele leve em consideração o que sua marca tem a dizer e a considere uma voz relevante no mercado.A interação constante com seus leads e as informações sólidas fornecidas através de um conteúdo de qualidade também garantem maior poder de perssuação para sua marca. Sem oferecer produtos e vendas de cara e dando tempo ao cliente para pesquisar seu produto e sua marca, você também ganha tempo para fazê-lo perceber que sua empresa é a melhor escolha.O Inbound Marketing é um relacionamento que deve ser visto como duradouro e deve ser cultivado desta forma. Seus clientes, quando bem atendidos e satisfeitos, terão mais chances de tornarem-se fiéis defensores da sua marca e verdadeiro embaixadores do seu produto.Por fim, é possível coletar dados e reunir métricas a respeito de todas as interações com os clientes, o que não só auxilia na melhoria constante de suas estratégias de comunicação como também previne gastos desnecessários.As melhores empresas do mundo colocam em prática estas estratégias de Inbound Marketing em seu dia a dia e não há como negar que os resultados são sempre benéficos e positivos. Não perca mais tempo e faça o mesmo pelo seu negócio!Quer saber mais sobre estratégias de Marketing Digital? Confira nosso curso intensivo e avance em seus conhecimentos sobre inbound marketing, SEO, mídias sociais, e-mail marketing e muito mais!