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Guia de desenvolvimento mobile: o que você precisa saber para se tornar um programador mobile

Guia de desenvolvimento mobile: o que você precisa saber para se tornar um programador mobile
tech
25 de abril de 2018
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Cada vez mais, as funções cotidianas estão indo parar nas palmas de nossas mãos, dentro da telinha de um smartphone. Muito do que fazemos no nosso dia-a-dia é intermediado por aplicativos, desde o taxi até o banco, passando pelo delivery de comida e pelo jornal que agora lemos em um site ou app. E é justamente pela existência desse mercado promissor que muita gente está interessada em aprender a programar para o universo mobile, ou seja, criar aplicativos e serviços úteis para o maior número de pessoas possível. Muitas dúvidas surgem a respeito desse tipo de programação, e é preciso conhecer alguns conceitos antes de decidir se aventurar nesse ramo.

Programar para web e programar para mobile: o que é mais vantajoso?

Uma das principais diferenças entre um produto para web e um produto para mobile é a forma de captar público. Enquanto na web é possível atingir mais pessoas, no mobile é mais fácil mantê-las dentro do universo criado pela programação. O primeiro fenômeno acontece porque a maioria das pessoas têm um navegador ao seu alcance na maior parte do tempo. Além disso, sem precisar instalar nada, é muito mais rápido e fácil acessar uma aplicação pela web. Por isso, a capacidade de atingir muitas pessoas é maior. Já na questão da retenção de pessoas, o ponto vai para os aplicativos mobile. Quando uma pessoa faz o download de um app, a chance dela permanecer nele é maior do que só clicando em um link. Matheus Costa, coordenador dos cursos de programação da Digital House, explica: "Eu posso abrir um site, simplesmente não gostar e fechar. Geralmente, quando você instala um aplicativo, você teve uma decisão lógica para instalá-lo ou não: você leu comentários, viu algum review dele e, a partir do momento que você o instala, você vai passar um tempo maior nele".

Quero ser um programador mobile: por onde começar?

O primeiro passo para aprender a desenvolver produtos mobile é aprender lógica de programação. E, nesse sentido, fica um pouco mais fácil para quem já tem algum tipo de bagagem no universo da programação, mesmo que seja com web. Matheus compara as linguagens de programação com as diferentes línguas do mundo: a partir do momento que se sabe uma, fica mais fácil aprender as demais. "Se eu sei Português, muita coisa eu vou associar com o Espanhol, ou com o Francês, por exemplo, que têm similaridades. Ou, até para o Inglês, se você entender o que é um verbo, o que é um sujeito, você vai ter uma compreensão melhor do que simplesmente sair falando. Então, linguagem de programação funciona da mesma forma", explica o coordenador. Mas isso não quer dizer que não dá para começar direto com a programação mobile. Independente do caminho que um profissional seguir, seja começando a construir aplicativos, ou migrando do universo web para o mobile, o primeiro passo é saber lógica de programação. Em seguida, é preciso escolher qual linguagem de programação mobile se deseja aprender. E isso está muito relacionado com a plataforma que será utilizada, visto que cada uma utiliza linguagens diferentes. Para programar para Android, é utilizado Java, enquanto Swift é a linguagem usada para iOS. Segundo Matheus, independente da escolha, é sempre bom ter alguém com experiência para auxiliar. "As duas não são tão amigáveis quanto a web, digamos assim", explica. Isso ocorre porque, para programar para a web, a maioria dos comandos são memorizáveis. Já no caso do mobile, as linguagens não são tão simples e semânticas, sendo necessária uma noção de lógica maior.

Programando mobile: começo por Android ou iOS?

Matheus acredita que a escolha virá, provavelmente, a partir do dispositivo que o próprio profissional utiliza, justamente pela questão da familiaridade. Mas diante do custo-benefício, a sugestão do coordenador é começar com Android. "Só é possível desenvolver para iPhone em um Mac. Então, diante do investimento em um Mac ou o investimento em um computador para Android, para Android o custo-benefício é melhor". Para programar para Android, qualquer computador com Windows atualizado serve. Além disso, atualmente 85% dos dispositivos mobile do mundo são Android. Isso significa que, desenvolvendo aplicativos para essa plataforma, o impacto é maior, atingindo um maior número de pessoas. Dentre os cursos que Matheus coordena na Digital House, está o curso de Desenvolvimento Mobile Android. Com duração de cinco meses, o aluno aprende do zero - não é necessário nenhum tipo de conhecimento prévio - e termina com um aplicativo publicado na Google Play Store, pronto para o mercado de trabalho.

Ambientes integrados de desenvolvimento - IDEs

Depois de escolher o sistema operacional ao qual o aprendizado será direcionado, é preciso aprender a linguagem utilizada para programar nesse sistema. E existem ferramentas que ajudam na hora de escrever códigos utilizando a linguagem em questão. Ambientes integrados de desenvolvimento, ou só IDEs, são ferramentas que otimizam a escrita de códigos. Eles permitem que seja realizada escrita, testes, compilação e execução de códigos. "IDEs te permitem colocar pedaços de códigos que vão facilitar seu desenvolvimento, seja escrevendo pedaços de códigos por você, seja testando o seu site. IDEs nada mais são do que um editores de texto com esteroides, eles têm potencial de fazer mais coisas do que só escrever texto", explica Matheus. E, para cada linguagem mobile, existe um IDE diferente. Para quem vai programar para Android e, portanto, utilizará a linguagem Java, a ferramenta utilizada é o Android Studio. Além da lógica de programação e da linguagem, é preciso dominar o funcionamento também da ferramenta utilizada.

Qual a diferença entre aplicativos nativos e aplicativos híbridos?

Depois de saber todo o caminho que é necessário percorrer para aprender a programar para mobile, está na hora de pensar nos apps. Mas que tipo de aplicativo escolher para criar? Aplicativos nativos são programas construídos sob medida para determinadas plataformas, como Android ou iOS, e que possuem, portanto, a capacidade de explorar todas as funcionalidades da tal plataforma. Um aplicativo nativo consegue acessar todo o potencial do dispositivo, como GPS, câmera, áudio e Bluetooth. Já um aplicativo híbrido é algo mais próximo de um PWA (inserir link do artigo) do que de um aplicativo nativo. Para desenvolver um aplicativo híbrido, é preciso criar um site responsivo - aqueles que se adaptam ao tamanho da tela - e utilizar uma ferramenta que faça esse site se comportar como um aplicativo. "Essas ferramentas vão pegar o HTML, CSS e JavaScript com que você fez um site, e vão criar um miniaplicativo dele, vão tornar ele instalável", explica Matheus. Mas, esse aplicativo nada mais é do que a mesma coisa que abrir o site no navegador, mas sem a parte de cima. O que é executado, na verdade, é o chamado Webview: é como se o aplicativo criasse uma janela de visualização da web e rodasse um site dentro. Segundo Matheus, o ponto positivo disso, em comparação a um PWA, é que um aplicativo híbrido permite mais acesso ao dispositivo, afinal ele funciona como um aplicativo instalado. Por outro lado, o coordenador explica que o desempenho não será o mesmo que o de um aplicativo nativo ou até mesmo de um PWA, apresentando uma performance mais lenta. "Tanto PWA, quanto um aplicativo nativo vão rodar diretamente do celular; o celular está fazendo as funções. Quando a gente faz um híbrido, o site ou a aplicação mandam um comando para essa Webview que, só então, vai executar no celular. Então, você tem um terceiro elemento ali que dificulta um pouco a coisa", esclarece. "É por isso que a gente ou recomenda fazer um PWA, ou fazer um aplicativo nativo. Evitar ao máximo fazer híbrido".

Como criar um aplicativo de sucesso?

Além de aprender a parte técnica a respeito do desenvolvimento mobile, é importante também pensar na ideia de um novo aplicativo. E a dica que Matheus dá é pensar em um problema real da própria vida. Depois de pensar em um problema, é hora de resolvê-lo, fazendo uso da programação. “Programação, qualquer uma que seja, seja web, seja mobile, nada mais é do que uma ferramenta para solucionar problemas”, opina Matheus. O coordenador usa o exemplo de aplicativos de ônibus. Para ele, muito provavelmente o criador do app teve a ideia em um dia em que ele próprio perdeu o ônibus e ficou muito bravo com isso. E a solução criada para uma pessoa pode resolver o problema de várias, se tornando um aplicativo de sucesso. E essa é justamente a dica de Matheus. “Então, para você ter um aplicativo, pensa em um problema seu, pelo qual você passa todo dia, e como você pode facilitar aquilo ao máximo. Porque provavelmente outra pessoa tem o mesmo problema, e ela só não achou a solução ainda”.

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carreira

Digital House e Talenses lançam pesquisa inédita sobre organização digital

No dia 06 de agosto, pela manhã, o auditório da Digital House serviu de palco para o evento de lançamento da pesquisa “Paradigma Digital: a demanda por habilidades e profissionais digitais”, desenvolvida pela Talenses em parceria com a Digital House Brasil.O evento contou com mais de 100 profissionais da área de Recursos Humanos, entre gerentes e diretores que compareceram para entender os resultados do estudo e também para debater soluções para os desafios que as empresas encontram ao fazer sua transformação digital.Além da apresentação dos principais resultados do estudo, o lançamento contou com um painel de discussões com especialistas, moderado pelo jornalista Marc Tawil. Participaram: Patrícia Araújo (Head de RH do Mercado Livre e professora da Digital House), Bruno Pina (CDO da Astrazeneca), Luciano Bittioli (senior recruiter da Talenses) e o Edney Souza, diretor acadêmico aqui da escola.Sobre o estudoO estudo veio de um levantamento com profissionais das áreas de Recursos Humanos de mais de 100 empresas de diferentes portes e dos mais diversos setores: serviços, comércio e indústria. A coleta de dados ocorreu durante o segundo trimestre de 2019, entendendo as demandas por profissionais digitais no mercado.O CEO da Digital House Brasil, Carlos Alberto Júlio, contou que essa foi a primeira edição da pesquisa, que procurou identificar onde estão as dificuldades do RH e das empresas em encontrar profissionais para a nova economia. Os resultados foram surpreendentes, e foi possível enxergar quem tem mais ou menos dificuldade em fazer a transformação digital: “A intenção é dar continuidade nesse trabalho e que consigamos aprofundá-lo com outros aspectos do mundo digital”.O estudo responde a algumas questões como:Quais setores estão mais maduros no processo de transformação digital? Quem está mais avançado nesse processo: pequenas, médias ou grandes empresas?Quais são os profissionais digitais mais difíceis de encontrar para contratar?Quais as habilidades digitais mais valorizadas por quem contrata?Quais são áreas de uma empresa que mais demandam profissionais digitais?Que impacto as empresas sentem pela falta de profissionais digitais para contratar?Dentre os resultados apresentados, foi possível observar que, quando comparado com setor de comércio e serviços, a indústria se mostra atrás nessa corrida de transformação digital. Para Carlos Alberto, “fica claro que o setor de serviços foi mais impactado pela questão digital, dada a sua conexão direta com o seu cliente final. Nem sempre uma indústria tem essa relação direta com o consumidor e com a sua cadeia de distribuição.”Já para Luiz Valente, diretor geral da Talenses, comenta que um dado preocupante apresentado pela pesquisa é o baixo investimento em treinamentos para conceitos de digital: “Há uma necessidade urgente de que as companhias passem a investir e direcionar recursos para o treinamento em ferramentas e metodologias digitais.”Ele também menciona que há um desafio muito claro para as áreas de Recursos Humanos no que diz respeito à conscientização sobre a transformação digital: “as empresas precisam começar a compreender quais são as alternativas de modelo de negócios, de processos internos, que vantagens o ecossistema digital pode trazer para as organizações. O RH, junto com a liderança da companhia, precisa estar engajado e estimulando para que todas as áreas entrem nessa jornada”.Especialistas discutem cenário do mercado de digital e perspectivas de futuroBruno Pina, da Astrazeneca, comentou que uma das grandes dificuldades do corpo executivo é entender a necessidade de dar um passo à frente para a transformação. “O primeiro passo pra gente começar a se transformar é sair do ‘não sei que não sei’ para o ‘sei que não sei’. Ou seja, reconhecer o problema e fazer uma autoavaliação”.De acordo com Patrícia Araújo, um evento como esse é importante para preparar as áreas de RH e empresas, para que elas sejam melhores e mais preparadas para a digital. “A gente não está contribuindo só para as empresas que estamos atuando, mas sim para a economia deste país”.Além disso, ela acredita que ao atuar como parceiro de negócios, o setor de RH contribui para transformar a cultura das organizações. “Para isso, precisamos estar dois a três passos à frente, o que significa treinar e desenvolver a nós mesmos. Precisamos continuar desaprendendo e aprendendo para contribuir. Todas as empresas serão transformadas de alguma maneira. Algumas, talvez, em escala exponencial, muito maior, enquanto outras em escala menor, mas em todas o RH tem a oportunidade de ser parceiro nessa mudança.Já Edney Souza reforça que todas as áreas precisam ser digitais: “Você precisa de profissionais de TI no Marketing, na área de finanças, no jurídico. Quando você tem uma única área que entende de TI, isso se torna um grande gargalo que atrapalha o desenvolvimento da sua companhia”.Quer saber mais? Baixe agora o relatório completo e tenha acesso a todos os resultados dessa pesquisa inédita no mercado!

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Co-marketing: conceito, benefícios e estratégias

Quando o país dá sinais de recessão econômica, é comum empresas voltarem seus cortes e contingências para a área de Marketing. Esse cenário exige das equipes soluções criativas que podem, inclusive, acarretar na ressurreição de práticas já conhecidas, como é o caso do co-marketing.O nome pode ser novo, mas o princípio já vem sendo aplicado há alguns anos. Co-marketing é quando você unifica sua estratégia de marketing com a de uma empresa que tenha público-alvo e objetivos semelhantes. Alguns são exemplos podem ser encontrados nas campanhas conjuntas feitas por companhias aéreas e locadoras de carros, ou lojas de artigos esportivos e academias.Não são necessariamente empresas que competem diretamente entre si, mas que atuam em mercados semelhantes. Nos casos citados acima, nos nichos de turismo e esportes.Talvez seja o momento certo para olhar para a área de atuação de sua empresa e buscar possíveis parceiros que queiram criar uma parceria frutífera em prol de um bem comum. Afinal, o co-marketing é a síntese da expressão "a união faz a força".BenefíciosQuando duas empresas optam pelo co-marketing, elas compartilham os dois lados da moeda: trabalho e resultados. A não ser que uma empresa tenha mais interesse na parceria que a outra, sendo possível então negociar quem contribuirá com o quê.Força de uma aliançaO co-marketing permite que as duas empresas envolvidas consigam aumentar seu alcance, cruzando base de dados e leads. Apesar de atuarem no mesmo segmento, os clientes de uma empresa podem não conhecer a outra. Assim, ambas aumentam suas oportunidades de vendas.Confira ainda 4 empresas que estão usando o Big Data para aumentar receitas e diminuir custos.A melhor maneira de fazer isso acontecer é cada empresa disparar e-mails para as respectivas bases apresentando a parceira e incluindo sua assinatura na mensagem. Não cadastre em sua base e-mails de pessoas que não se inscreveram em sua newsletter, as duas empresas podem ser classificadas como spam e ter este importante recurso bloqueado.OrçamentoAo unir duas estratégias de marketing para um bem comum, com foco no mesmo público-alvo e ações similares, você consegue economizar mão de obra, melhorar a produtividade da equipe e reduzir o investimento em ferramentas. Tudo isso sem comprometer a taxa de sucesso de sua campanha.Ande com os experts da áreaAo optar pelo co-marketing, é importante ter em mente com qual tipo de empresa você quer se associar. Andar com os experts da área irá, automaticamente, conferir autoridade e respeito à sua marca.Além do mais, quando sua empresa é indicada por uma marca “de confiança” dos clientes, eles tendem a transferir parte dessa confiança a você, que é recomendado por alguém que já conquistou respeito.Lembre-se que é sempre uma via de mão dupla, esses benefícios devem existir tanto para você quanto para seu aliado.EstratégiasSeja exigente na escolhaJá falamos alguns parágrafos acima como é importante escolher o parceiro certo para sua estratégia de co-marketing. Não é só a posição da outra empresa no mercado que precisa ser levada em consideração nessa decisão.Pense em alguém que possa complementar seu produto e que agregue valor ao projeto. Evite empresas que não possuem conhecimento em marketing digital ou não têm conceitos básicos definidos como público-alvo, persona, jornada do consumidor, entre outros.Palavra-chave: PlanejamentoJá percebeu como quase todos os artigos que falam sobre estratégia têm a palavra “planejamento” como um item importante? Pois bem, se planejar é importante quando você está definindo caminhos para sua própria empresa, é algo indispensável quando você está desenhando um projeto com um parceiro.O planejamento precisa ser meticuloso e envolver seu aliado em cada etapa. Não se apresse e não tente fazer as coisas acontecerem antes do tempo. É preciso de paciência extra quando se trata de co-marketing, pois é o futuro de duas marcas em jogo.Todo mundo ganhaEstabeleça uma relação em que todo mundo ganhe, não tente ser esperto e tirar vantagem do co-marketing para alavancar sua empresa. Seu parceiro precisa sair desse projeto com tantos benefícios e ganhos quanto você.Em alguns casos, como já falamos acima, as duas empresas podem não compartilhar a mesma posição e status dentro do mercado. Ou talvez uma companhia seja maior que a outra. Em casos em que a parceria já começa com um certo de nível de desigualdade, é importante criar uma compensação.A empresa com mais recursos pode realizar a maior parte do investimento, enquanto a outra entra com mão de obra, por exemplo.Divida bem as tarefasA partir do momento em que foi definida qual será a relação entre as empresas parceiras, divida as tarefas e deixe bem claro para cada lado qual seu papel a cumprir. A troca pode ser um post no blog, webinar, eBook, vídeos, eventos e o que mais as empresas identificarem como troca positiva no que abrange o marketing compartilhado.Durante o planejamento, aproveitem para mapear as forças e fraquezas das respectivas áreas de marketing de cada empresa. Esse exercício pode ser valioso no momento de decidir quem vai controlar o investimento em redes sociais e quem vai acompanhar KPI’s e medir resultados, por exemplo.Hora de medir resultadosFalando em medir resultados, é preciso acompanhar as métricas das ações realizadas no co-marketing para ter certeza de que a parceria foi, de fato, um sucesso. Esses dados são valiosos durante a parceria, para realizar eventuais ajustes nas campanhas, e depois que o acordo foi finalizado, para saber quais foram os erros e acertos.Aproveite para ler 5 métricas essenciais de marketing digital para ficar de olho.Bons números também servirão de base para um próximo projeto com um novo parceiro de co-marketing no futuro. Você poderá apresentar os resultados positivos de uma estratégia compartilhada.

Desenvolvedor front end: o que preciso saber pra ser um? img
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Desenvolvedor front end: o que preciso saber pra ser um?

Você decidiu que pode ser uma boa atuar como desenvolvedor front end, mas não sabe exatamente como começar? Ou já começou a programar, mas quer mergulhar ainda mais a fundo nessa área? Ok, esse universo pode parecer bastante confuso à primeira vista, pois existem vários caminhos a serem trilhados nessa carreira.Um ótimo conselho é pesquisar todas as possibilidades para decidir qual direção tomar. Neste texto, vamos falar um pouquinho com quem tem interesse em desenvolvimento de interfaces que conversam diretamente com os usuários, ou seja, o famoso front end!Quer entender como funciona, quais os primeiros passos e se o mercado está favorável? Chamamos a professora do curso de Desenvolvimento Web Full Stack, Hendy Almeida, para esclarecer todas as dúvidas!O que é o front end e back endQue tal começar diferenciando dois dos conceitos mais conhecidos do desenvolvimento web? Se, dentro de uma aplicação, você souber separar o front end do back end, já será um ótimo começo!Hendy explica que, quando falamos no back end, nos referimos à parte que está por trás das interfaces, se comunicando com os servidores, guardando informações no banco de dados e definindo as regras de negócio.Já o front end é a parte responsável pela interação com o usuário. Isso significa que estamos falando de todo o conteúdo que fica visível, como por exemplo: o layout da página, os efeitos visuais e até mesmo a validação de formulários. O desenvolvedor front end precisa ter um olhar voltado para experiência do usuário para que o trabalho aconteça da melhor maneira possível.Deu para entender que, apesar de diferentes, os desenvolvedores das duas áreas acabam se complementando, certo?O que faz um desenvolvedor front-endFocando especificamente na turma dos front-end developers, Hendy mostra que, nessa área, é possível criar páginas web utilizando HTML, CSS e Javascript, normalmente com base em um layout pré-definido por um designer ou pela equipe de design. Isso significa que trabalhar em equipe é fundamental para pensar na melhor experiência possível para o usuário.Esse trabalho requer muita atenção aos detalhes, pois é importante garantir que o design da página esteja de acordo com o que foi pré-definido, ou que a usabilidade esteja fluida. O usuário final está em primeiro lugar, e a experiência dele vai ser sempre considerada para fazer as devidas otimizações, quando necessário.Por que o front end é tão importante?Bem, depois de tanta explicação, fica até fácil entender a importância do front end, né? Só de saber que o principal objetivo desse profissional é oferecer uma boa experiência para o usuário, já se percebe quem é que descomplica e cuida da aparência do desenvolvimento web.Hendy alerta: “Você pode ter um sistema super funcional no back end, mas se ele não for atraente e de fácil acesso, não adianta nada”. É no front que consegue-se facilitar a usabilidade de um sistema web e mudar a experiência do usuário.Mercado de trabalho em altaBoas notícias para os entusiastas e futuros desenvolvedores: o mercado para front end só tem crescido e está em alta! Para Hendy, hoje em dia, há muitas possibilidades de vagas na área, para atuar desde os níveis de conhecimento mais básicos, como HTML, CSS e Javascript, até o modo avançado, como ReactJS, Angular e Service Worker. Segundo o site Glassdoor, o salário médio para um desenvolvedor front é de R$ 3.995 por mês, podendo variar até chegar a mais de R$ 13.000. Nada mal, hein!Vem ser front end você também!Gostou da ideia de entrar nessa profissão desafiadora? Hendy conta o que é preciso aprender no começo da carreira “De início é preciso estudar as bases: HTML para estruturar o conteúdo, CSS que é nossa folha de estilo, e Javascript que permite adicionar lógica e interagir com eventos do usuário como click ou scroll na página. Depois disso, nós podemos ir para parte mais divertida, como Bootstrap e jQuey, ou seja, as bibliotecas/frameworks que facilitam nosso trabalho”.Com esse tanto de palavra e expressões, fica mais uma dica: o inglês é um diferencial que te ajudará muito no dia a dia! Até mesmo para buscar referências e leituras que, grande parte das vezes, não estão disponíveis em português.E também é importante lembrar que, mesmo que você escolha se especializar no front end, será preciso ter noções de como o todo se comunica com o back end, ou como funciona o banco de dados, por exemplo. A profissão é apaixonante e divertida! Com certeza, você vai adorar!