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Inteligência Competitiva em tempos de novas tecnologias

Inteligência Competitiva em tempos de novas tecnologias
carreira
7 de novembro de 2018
  -  
-min de leitura

Sabe aquela história de que o vinil já não vai mais existir? Ou o cinema? Ou o jornal?


Bom, no final chegamos à conclusão de que existe e existirá mercado para tudo sempre, certo? Talvez não sejam mais o mainstream como foram em uma determinada época. Mas daí a que desapareçam... O mesmo se aplica à pesquisa/inteligência de mercado. Sempre haverá a informação que ainda não é pública. Sempre haverá uma informação que justifica as metodologias (e custos) da pesquisa de mercado tradicional.

Mas a maior parte das perguntas já pode ser respondida por uma quantidade de ferramentas digitais que, se não exatas, proveem o que podemos chamar de "suficientemente bom", na maior parte dos casos. Esta semana eu tive a oportunidade de fazer um trabalho de pesquisa digital. Foi super legal porque além de aprender muito sobre o assunto em si, eu melhorei muito o meu entendimento sobre como algumas ferramentas digitais podem ajudar no entendimento do seu mercado. Como em algum momento eu tive um pouco de dificuldade de entender até onde poderíamos chegar com estas ferramentas, eu resolvi compartilhar um pouco do meu aprendizado. No próximo artigo eu vou falar sobre as ferramentas que eu ainda não usei, mas sei que podem ajudar muito em temas de pesquisa e inteligência de mercado. Fique conectado!

Google Trends (você precisa ter uma conta Gmail para entrar)

 Com ela você poderá entender quais os termos do seu objeto de pesquisa são mais buscados no Google Search. Será que a busca vem aumentando ou diminuindo? Que países, estados e regiões são responsáveis pelo maior volume de buscas? Estas informações te dirão se o seu objeto de pesquisa está em uma tendência de alta ou baixa. Abaixo um exemplo testando a palavra "brigaderia", desde Janeiro de 2007 até hoje. Você investiria em uma nova brigaderia se soubesse que a procura anda em baixa?Visualização Google Trends

Google Keyword Planner (você precisa ter uma conta Gmail para entrar)

É a ferramenta do Google para ajudar a planejar os anúncios de AdWords (que logo serão chamados Google Ads). Essa é uma ferramenta super importante do seu planejamento tanto para entender o seu mercado, como nichos de oportunidade que você poderá focar ou, ainda, o posicionamento da sua concorrência. Tem algoritmos que te ajudam a entender o long tail do seu negócio. Por exemplo: supondo que seu negócio seja uma lavanderia. Tão logo você especifique "lavanderia" no Planner, ela já vai te mostrar algumas opções de serviços que você poderia anunciar, como segue no exemplo abaixo:

Caso você esteja planejando uma lavanderia tradicional, talvez anunciar serviços de lavagem de ternos ou de vestidos de noiva possa estender o seu público-alvo a um nicho muito específico e particular, que a maior parte dos seus concorrentes não atue. Este novo "nicho" de mercado chamamos de long tail, ou cauda longa em português. Para efeitos de anúncios, estes nichos normalmente têm valores médios menores que as palavras principais. Mas mais importante que isso, te abre janelas de oportunidades que talvez você ainda não tenha notado.

SimilarWeb

É uma ferramenta paga mas tem um serviço gratuito que tem muito valor. Você consegue colocar qualquer web site e entender os principais números de visitas, tempo médio de visita (será que as pessoas se interessam mais pela sua página ou da sua concorrência?), índice de saída, de onde elas vieram (tráfego orgânico ou pago), como o tráfego compõe com as redes sociais, etc. É uma ferramenta poderosa para entender o poder digital da sua empresa, das suas campanhas de marketing e, claro, da sua concorrência também.

Builtwith.com

 Esta ferramenta também pode ser paga, mas tem na versão free algo que pode ajudar muito na análise competitiva, principalmente se você for de marketing. Assim como na SimilarWeb, você consegue colocar qualquer site aqui e a ferramenta vai te devolver todas as tecnologias que foram utilizadas para a construção daquele site específico. Ou seja, você consegue ver se o eventual sucesso do seu concorrente no atendimento ao cliente se deve a alguma ferramenta específica de chat ou não. Consegue ver se seu concorrente usa alguma estratégia de remarketing, onde ele anuncia os serviços que oferece e bom, se você for da área de tecnologia, é possível que você consiga uma lista considerável dos clientes da sua concorrência também.

Visualização de resultados na plataforma BuiltWithFacebook Audience Insights

Esta ferramenta ajuda muito também. Ela existe para você conseguir segmentar bem o seu público para anunciar com melhor acuracidade dentro do Facebook. Mas te ajuda a entender seu público em geral, não apenas dentro da rede. Aqui você vai conseguir criar as suas personas e entender que pessoa ou profissional está buscando termos, grupos ou temas que interessam ao seu negócio e que profissional ou pessoa está realmente chegando no seu site. Por exemplo: se seu negócio é "vestido de noiva" e vestidos de noiva são normalmente buscados por mulheres de 20 a 30 anos, idealmente as visitas do seu site também seriam feitas pelo mesmo público, certo? Esta ferramenta te fala por qual tipo de dispositivo seu público acessa o seu site, que faixa etária ele pertence, se são homens ou mulheres, quais os temas de interesse deste público, que páginas curtem, etc.

Tela Facebook Insights

LinkedIn

Muita gente pensa no LinkedIn apenas como uma ferramenta para seu currículo. Bom, o LinkedIn é bem mais que isso e pode ser também utilizado como uma ferramenta de análise competitiva. Como? Simples. Clique na página do seu concorrente. Um gráfico assim aparecerá para você:

LinkedIn para análise competitiva

Bastante informação, não é? Em uma única tela você consegue ver o tamanho da empresa por número de funcionários, que ela apresenta uma tendência de crescimento e que os funcionários ficam, em média, 4.8 anos na empresa. E o conhecimento que o LinkedIn pode te proporcionar não acaba aí. Quantas pessoas será que tem na área de marketing? Que tipo de tecnologias utilizam? Talvez você tenha que entrar em alguns perfis específicos para entender melhor, mas pode valer a pena. E você não está fazendo nada de errado. A informação é pública.

LoveMondays

Assim como o LinkedIn, o LoveMondays também é entendido, muitas vezes, como uma plataforma para colocar vagas e currículos. Mas você também pode ganhar alguns insights competitivos com esta ferramenta. Será que os colaboradores do seu concorrente trabalham felizes? O ambiente da sua empresa é melhor ou pior que o da sua concorrência? Afinal, produtos e serviços são feitos por pessoas. Todos os seus esforços junto aos seus colaboradores são percebidos e reconhecidos publicamente? Aqui você tem um insight do dia a dia dentro do seu concorrente. Análise de satisfação de funcionários na plataforma LoveMondays

SocialBakers

Se você clicar no link "free tools", vai encontrar algumas das opções de análise. Uma delas é o Facebook Quadrant (o mesmo pode ser feito com Instagram). Aqui você coloca duas ou mais páginas do Facebook (a sua e da sua concorrência, por exemplo) e conseguirá saber quem de vocês está produzindo melhor conteúdo e engajando melhor com seus respectivos públicos. Isso é importante porque de nada vale colocar um monte de investimento em mídia se não tivermos a capacidade de engajar nosso público-alvo, não é mesmo?Análise de páginas concorrentes com SocialBakers

FollowerWork

Uma ferramenta da Moz com a qual você consegue identificar possíveis influenciadores no Twitter. Você só precisa colocar um tema, uma marca ou uma hashtag e a ferramenta te traz as pessoas engajadas com o tema, seus respectivos números de followers e uma ideia que eles chamam de "autoridade social", uma espécie de index que tenta classificar o quanto a pessoa é ou pode ser considerada uma autoridade.

Ferramenta FollowerWorks

Google Alerts

Liste os seus concorrentes, defina uma frequência de envio e pronto! Você receberá um alerta cada vez que seu concorrente sair na mídia ou em algum blog. Assim você consegue acompanhar os principais movimentos e se adiantar com novas ideias. Você também pode criar alertas para a sua indústria. Por exemplo: se você vende produtos pela internet, notícias e relatórios do mercado de e-commerce certamente te interessam. O Google Alerts pode te ajudar a entender melhor o seu mercado. E você? Conhece outras ferramentas que podem ajudar a conhecer seu mercado e concorrência?
Escrito por Karen Bitran, especialista em Data e Marketing Analytics e Inteligência de Mercado. É professora no curso de Data Analytics da Digital House e Gerente de Operações de Marketing na Resultados Digitais

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Digital House e Talenses lançam pesquisa inédita sobre organização digital

No dia 06 de agosto, pela manhã, o auditório da Digital House serviu de palco para o evento de lançamento da pesquisa “Paradigma Digital: a demanda por habilidades e profissionais digitais”, desenvolvida pela Talenses em parceria com a Digital House Brasil.O evento contou com mais de 100 profissionais da área de Recursos Humanos, entre gerentes e diretores que compareceram para entender os resultados do estudo e também para debater soluções para os desafios que as empresas encontram ao fazer sua transformação digital.Além da apresentação dos principais resultados do estudo, o lançamento contou com um painel de discussões com especialistas, moderado pelo jornalista Marc Tawil. Participaram: Patrícia Araújo (Head de RH do Mercado Livre e professora da Digital House), Bruno Pina (CDO da Astrazeneca), Luciano Bittioli (senior recruiter da Talenses) e o Edney Souza, diretor acadêmico aqui da escola.Sobre o estudoO estudo veio de um levantamento com profissionais das áreas de Recursos Humanos de mais de 100 empresas de diferentes portes e dos mais diversos setores: serviços, comércio e indústria. A coleta de dados ocorreu durante o segundo trimestre de 2019, entendendo as demandas por profissionais digitais no mercado.O CEO da Digital House Brasil, Carlos Alberto Júlio, contou que essa foi a primeira edição da pesquisa, que procurou identificar onde estão as dificuldades do RH e das empresas em encontrar profissionais para a nova economia. Os resultados foram surpreendentes, e foi possível enxergar quem tem mais ou menos dificuldade em fazer a transformação digital: “A intenção é dar continuidade nesse trabalho e que consigamos aprofundá-lo com outros aspectos do mundo digital”.O estudo responde a algumas questões como:Quais setores estão mais maduros no processo de transformação digital? Quem está mais avançado nesse processo: pequenas, médias ou grandes empresas?Quais são os profissionais digitais mais difíceis de encontrar para contratar?Quais as habilidades digitais mais valorizadas por quem contrata?Quais são áreas de uma empresa que mais demandam profissionais digitais?Que impacto as empresas sentem pela falta de profissionais digitais para contratar?Dentre os resultados apresentados, foi possível observar que, quando comparado com setor de comércio e serviços, a indústria se mostra atrás nessa corrida de transformação digital. Para Carlos Alberto, “fica claro que o setor de serviços foi mais impactado pela questão digital, dada a sua conexão direta com o seu cliente final. Nem sempre uma indústria tem essa relação direta com o consumidor e com a sua cadeia de distribuição.”Já para Luiz Valente, diretor geral da Talenses, comenta que um dado preocupante apresentado pela pesquisa é o baixo investimento em treinamentos para conceitos de digital: “Há uma necessidade urgente de que as companhias passem a investir e direcionar recursos para o treinamento em ferramentas e metodologias digitais.”Ele também menciona que há um desafio muito claro para as áreas de Recursos Humanos no que diz respeito à conscientização sobre a transformação digital: “as empresas precisam começar a compreender quais são as alternativas de modelo de negócios, de processos internos, que vantagens o ecossistema digital pode trazer para as organizações. O RH, junto com a liderança da companhia, precisa estar engajado e estimulando para que todas as áreas entrem nessa jornada”.Especialistas discutem cenário do mercado de digital e perspectivas de futuroBruno Pina, da Astrazeneca, comentou que uma das grandes dificuldades do corpo executivo é entender a necessidade de dar um passo à frente para a transformação. “O primeiro passo pra gente começar a se transformar é sair do ‘não sei que não sei’ para o ‘sei que não sei’. Ou seja, reconhecer o problema e fazer uma autoavaliação”.De acordo com Patrícia Araújo, um evento como esse é importante para preparar as áreas de RH e empresas, para que elas sejam melhores e mais preparadas para a digital. “A gente não está contribuindo só para as empresas que estamos atuando, mas sim para a economia deste país”.Além disso, ela acredita que ao atuar como parceiro de negócios, o setor de RH contribui para transformar a cultura das organizações. “Para isso, precisamos estar dois a três passos à frente, o que significa treinar e desenvolver a nós mesmos. Precisamos continuar desaprendendo e aprendendo para contribuir. Todas as empresas serão transformadas de alguma maneira. Algumas, talvez, em escala exponencial, muito maior, enquanto outras em escala menor, mas em todas o RH tem a oportunidade de ser parceiro nessa mudança.Já Edney Souza reforça que todas as áreas precisam ser digitais: “Você precisa de profissionais de TI no Marketing, na área de finanças, no jurídico. Quando você tem uma única área que entende de TI, isso se torna um grande gargalo que atrapalha o desenvolvimento da sua companhia”.Quer saber mais? Baixe agora o relatório completo e tenha acesso a todos os resultados dessa pesquisa inédita no mercado!

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Co-marketing: conceito, benefícios e estratégias

Quando o país dá sinais de recessão econômica, é comum empresas voltarem seus cortes e contingências para a área de Marketing. Esse cenário exige das equipes soluções criativas que podem, inclusive, acarretar na ressurreição de práticas já conhecidas, como é o caso do co-marketing.O nome pode ser novo, mas o princípio já vem sendo aplicado há alguns anos. Co-marketing é quando você unifica sua estratégia de marketing com a de uma empresa que tenha público-alvo e objetivos semelhantes. Alguns são exemplos podem ser encontrados nas campanhas conjuntas feitas por companhias aéreas e locadoras de carros, ou lojas de artigos esportivos e academias.Não são necessariamente empresas que competem diretamente entre si, mas que atuam em mercados semelhantes. Nos casos citados acima, nos nichos de turismo e esportes.Talvez seja o momento certo para olhar para a área de atuação de sua empresa e buscar possíveis parceiros que queiram criar uma parceria frutífera em prol de um bem comum. Afinal, o co-marketing é a síntese da expressão "a união faz a força".BenefíciosQuando duas empresas optam pelo co-marketing, elas compartilham os dois lados da moeda: trabalho e resultados. A não ser que uma empresa tenha mais interesse na parceria que a outra, sendo possível então negociar quem contribuirá com o quê.Força de uma aliançaO co-marketing permite que as duas empresas envolvidas consigam aumentar seu alcance, cruzando base de dados e leads. Apesar de atuarem no mesmo segmento, os clientes de uma empresa podem não conhecer a outra. Assim, ambas aumentam suas oportunidades de vendas.Confira ainda 4 empresas que estão usando o Big Data para aumentar receitas e diminuir custos.A melhor maneira de fazer isso acontecer é cada empresa disparar e-mails para as respectivas bases apresentando a parceira e incluindo sua assinatura na mensagem. Não cadastre em sua base e-mails de pessoas que não se inscreveram em sua newsletter, as duas empresas podem ser classificadas como spam e ter este importante recurso bloqueado.OrçamentoAo unir duas estratégias de marketing para um bem comum, com foco no mesmo público-alvo e ações similares, você consegue economizar mão de obra, melhorar a produtividade da equipe e reduzir o investimento em ferramentas. Tudo isso sem comprometer a taxa de sucesso de sua campanha.Ande com os experts da áreaAo optar pelo co-marketing, é importante ter em mente com qual tipo de empresa você quer se associar. Andar com os experts da área irá, automaticamente, conferir autoridade e respeito à sua marca.Além do mais, quando sua empresa é indicada por uma marca “de confiança” dos clientes, eles tendem a transferir parte dessa confiança a você, que é recomendado por alguém que já conquistou respeito.Lembre-se que é sempre uma via de mão dupla, esses benefícios devem existir tanto para você quanto para seu aliado.EstratégiasSeja exigente na escolhaJá falamos alguns parágrafos acima como é importante escolher o parceiro certo para sua estratégia de co-marketing. Não é só a posição da outra empresa no mercado que precisa ser levada em consideração nessa decisão.Pense em alguém que possa complementar seu produto e que agregue valor ao projeto. Evite empresas que não possuem conhecimento em marketing digital ou não têm conceitos básicos definidos como público-alvo, persona, jornada do consumidor, entre outros.Palavra-chave: PlanejamentoJá percebeu como quase todos os artigos que falam sobre estratégia têm a palavra “planejamento” como um item importante? Pois bem, se planejar é importante quando você está definindo caminhos para sua própria empresa, é algo indispensável quando você está desenhando um projeto com um parceiro.O planejamento precisa ser meticuloso e envolver seu aliado em cada etapa. Não se apresse e não tente fazer as coisas acontecerem antes do tempo. É preciso de paciência extra quando se trata de co-marketing, pois é o futuro de duas marcas em jogo.Todo mundo ganhaEstabeleça uma relação em que todo mundo ganhe, não tente ser esperto e tirar vantagem do co-marketing para alavancar sua empresa. Seu parceiro precisa sair desse projeto com tantos benefícios e ganhos quanto você.Em alguns casos, como já falamos acima, as duas empresas podem não compartilhar a mesma posição e status dentro do mercado. Ou talvez uma companhia seja maior que a outra. Em casos em que a parceria já começa com um certo de nível de desigualdade, é importante criar uma compensação.A empresa com mais recursos pode realizar a maior parte do investimento, enquanto a outra entra com mão de obra, por exemplo.Divida bem as tarefasA partir do momento em que foi definida qual será a relação entre as empresas parceiras, divida as tarefas e deixe bem claro para cada lado qual seu papel a cumprir. A troca pode ser um post no blog, webinar, eBook, vídeos, eventos e o que mais as empresas identificarem como troca positiva no que abrange o marketing compartilhado.Durante o planejamento, aproveitem para mapear as forças e fraquezas das respectivas áreas de marketing de cada empresa. Esse exercício pode ser valioso no momento de decidir quem vai controlar o investimento em redes sociais e quem vai acompanhar KPI’s e medir resultados, por exemplo.Hora de medir resultadosFalando em medir resultados, é preciso acompanhar as métricas das ações realizadas no co-marketing para ter certeza de que a parceria foi, de fato, um sucesso. Esses dados são valiosos durante a parceria, para realizar eventuais ajustes nas campanhas, e depois que o acordo foi finalizado, para saber quais foram os erros e acertos.Aproveite para ler 5 métricas essenciais de marketing digital para ficar de olho.Bons números também servirão de base para um próximo projeto com um novo parceiro de co-marketing no futuro. Você poderá apresentar os resultados positivos de uma estratégia compartilhada.

Desenvolvedor front end: o que preciso saber pra ser um? img
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Desenvolvedor front end: o que preciso saber pra ser um?

Você decidiu que pode ser uma boa atuar como desenvolvedor front end, mas não sabe exatamente como começar? Ou já começou a programar, mas quer mergulhar ainda mais a fundo nessa área? Ok, esse universo pode parecer bastante confuso à primeira vista, pois existem vários caminhos a serem trilhados nessa carreira.Um ótimo conselho é pesquisar todas as possibilidades para decidir qual direção tomar. Neste texto, vamos falar um pouquinho com quem tem interesse em desenvolvimento de interfaces que conversam diretamente com os usuários, ou seja, o famoso front end!Quer entender como funciona, quais os primeiros passos e se o mercado está favorável? Chamamos a professora do curso de Desenvolvimento Web Full Stack, Hendy Almeida, para esclarecer todas as dúvidas!O que é o front end e back endQue tal começar diferenciando dois dos conceitos mais conhecidos do desenvolvimento web? Se, dentro de uma aplicação, você souber separar o front end do back end, já será um ótimo começo!Hendy explica que, quando falamos no back end, nos referimos à parte que está por trás das interfaces, se comunicando com os servidores, guardando informações no banco de dados e definindo as regras de negócio.Já o front end é a parte responsável pela interação com o usuário. Isso significa que estamos falando de todo o conteúdo que fica visível, como por exemplo: o layout da página, os efeitos visuais e até mesmo a validação de formulários. O desenvolvedor front end precisa ter um olhar voltado para experiência do usuário para que o trabalho aconteça da melhor maneira possível.Deu para entender que, apesar de diferentes, os desenvolvedores das duas áreas acabam se complementando, certo?O que faz um desenvolvedor front-endFocando especificamente na turma dos front-end developers, Hendy mostra que, nessa área, é possível criar páginas web utilizando HTML, CSS e Javascript, normalmente com base em um layout pré-definido por um designer ou pela equipe de design. Isso significa que trabalhar em equipe é fundamental para pensar na melhor experiência possível para o usuário.Esse trabalho requer muita atenção aos detalhes, pois é importante garantir que o design da página esteja de acordo com o que foi pré-definido, ou que a usabilidade esteja fluida. O usuário final está em primeiro lugar, e a experiência dele vai ser sempre considerada para fazer as devidas otimizações, quando necessário.Por que o front end é tão importante?Bem, depois de tanta explicação, fica até fácil entender a importância do front end, né? Só de saber que o principal objetivo desse profissional é oferecer uma boa experiência para o usuário, já se percebe quem é que descomplica e cuida da aparência do desenvolvimento web.Hendy alerta: “Você pode ter um sistema super funcional no back end, mas se ele não for atraente e de fácil acesso, não adianta nada”. É no front que consegue-se facilitar a usabilidade de um sistema web e mudar a experiência do usuário.Mercado de trabalho em altaBoas notícias para os entusiastas e futuros desenvolvedores: o mercado para front end só tem crescido e está em alta! Para Hendy, hoje em dia, há muitas possibilidades de vagas na área, para atuar desde os níveis de conhecimento mais básicos, como HTML, CSS e Javascript, até o modo avançado, como ReactJS, Angular e Service Worker. Segundo o site Glassdoor, o salário médio para um desenvolvedor front é de R$ 3.995 por mês, podendo variar até chegar a mais de R$ 13.000. Nada mal, hein!Vem ser front end você também!Gostou da ideia de entrar nessa profissão desafiadora? Hendy conta o que é preciso aprender no começo da carreira “De início é preciso estudar as bases: HTML para estruturar o conteúdo, CSS que é nossa folha de estilo, e Javascript que permite adicionar lógica e interagir com eventos do usuário como click ou scroll na página. Depois disso, nós podemos ir para parte mais divertida, como Bootstrap e jQuey, ou seja, as bibliotecas/frameworks que facilitam nosso trabalho”.Com esse tanto de palavra e expressões, fica mais uma dica: o inglês é um diferencial que te ajudará muito no dia a dia! Até mesmo para buscar referências e leituras que, grande parte das vezes, não estão disponíveis em português.E também é importante lembrar que, mesmo que você escolha se especializar no front end, será preciso ter noções de como o todo se comunica com o back end, ou como funciona o banco de dados, por exemplo. A profissão é apaixonante e divertida! Com certeza, você vai adorar!