18 de Dezembro de 2018
Digital House

O que os professores da Digital House aprenderam em 2018?

Aqueles que mentoram também podem aprender valiosas lições enquanto ensinam. Veja o que os professores da Digital House têm a dizer sobre seus aprendizados no ano de 2018

Com o ano chegando ao fim, é impossível não refletir a respeito dos desafios e aprendizados que 2018 está deixando para toda a equipe da Digital House. Com três anos de existência na Argentina, decidimos abraçar, mais uma vez, a inovação e abrimos nossa primeira filial fora do nosso país de origem: no Brasil.

Nossa empreitada veio acompanhada de muitas lições. Aprendemos muito mais do que imaginávamos com o mercado brasileiro e também com as pessoas que passaram por nossos corredores no último ano. Afinal de contas, antes de mais nada, uma escola – seja ela de qual natureza for – é feita por pessoas e fortalecida pelas relações que mantemos uns com os outros.

Foi nesse espírito que decidimos conversar com nosso corpo docente, aqueles que todas as manhãs e todas as noites entram na sala de aula com a missão de não só ensinar uma matéria, fazer alunos aprenderem códigos ou conceitos, mas também dar conselhos, realizar mentorias e, por que não, dividir bons momentos com nossos alunos.

Desse bate-papo, tivemos a chance de descobrir o que nossos professores aprenderam na Digital House em 2018, e com isso também tivemos a chance de aprender um pouco mais sobre nosso próprio trabalho.

Ensinando que se aprende

Pode até parecer um clichê, mas para a professora de Marketing Digital, Vanessa Pontes, ser professora da Digital House a ensinou a lidar com os outros – e com ela mesma: “Cada um tem a sua forma de aprendizado, suas dificuldades e sua forma de assimilar os conhecimentos e, ao ensinar outras pessoas a confiarem mais em si mesmos e em seu potencial, aprendi também a ser mais tolerante comigo mesma”.

O mesmo vale para Ana Paula da Silva, coordenadora dos cursos de programação: “Aprendi que dando aula eu aprendo muito mais do que eu ensino e que trabalhar mudando a vida das pessoas me faz feliz!”

Às vezes, é mais importante saber perguntar do que saber as respostas

Todos querem ser o aluno tipo Hermione que levanta a mão com a resposta na ponta da língua assim que o professor faz uma pergunta. E todos acham que os professores são aqueles que possuem todas as respostas para nossas dúvidas. Mas para Igor La Luz, Coordenador Acadêmico na Digital House, sua maior lição foi aprender a perguntar: “o maior aprendizado deste ano, ao menos para mim, foi entender que nosso desafio não está em dar respostas, está em fazer com que alunos, professores e por que não dizer a sociedade, saibam PERGUNTAR. (…) Eu aprendi que tenho muitas perguntas a fazer, bem como não me restam dúvidas que todas as perguntas que fiz, contribuíram para construir o meu raciocínio sobre o que é educar. Aprendi a perguntar, e gostaria de encerrar perguntando: você sabe perguntar? Podemos ensinar a perguntar?”

Seja gentil com seu conhecimento (e o dos outros)

Nem sempre damos o devido crédito àquilo que sabemos ou então acreditamos que já sabemos o suficiente, mas não precisa ser assim. O coordenador de Marketing Digital, Hugo Rosso, aprendeu neste ano que nosso conhecimento deve ser tratado com gentileza: “Antes da Digital House, eu acreditava que era obrigação saber tudo que sei, não entendia as dificuldades em aprender, pois todas as informações já estavam em algum lugar. Já haviam sido estruturadas, formatadas e era só ler, assistir 1 ou 2 vídeos no YouTube e então colocar em prática. Em suma, eu era arrogante com meu conhecimento. Aqui, aprendi que ensinar vai muito além de saber. Para ensinar, aprendi que precisava aprender como cada aluno aprendia, e assim fui aprender como entregar cada pequeno átomo de conhecimento na medida que cada aluno precisava”.

Ensinar é troca, uma via de mão dupla

Alunos também podem ensinar muitas coisas aos seus professores e a maior lição que a professora Jeniffer Santos aprendeu foi a da empatia: “Ensinar é só o rótulo, a embalagem, mas o que está na essência de ser professor, é ter a capacidade de entender o simples fechar de olhos de alguém quando não está entendendo nada só porque teve uma briga em casa ou está em um dia ruim. Percebi que não é preciso estar em pé só falando e falando, pois às vezes sentar do lado, dar um abraço e perguntar se está tudo bem, vale bem mais do que 3,5 horas de palco. Ensinar é troca, percepção; é paixão, é compreensão, é ser mãe, pai, amigo, é querer o desenvolvimento do outro, é querer um mundo transformado com a educação, e essa queridíssima – a educação – vai muito além da sala de aula”.

Reagir rápido

Trabalhar em uma empresa – mesmo que for uma escola – que anda em ritmo de startup exige o exercício de alguns músculos de reflexo que até então o professor de Web Full Stack, Thomaz Staziak, não tinha exercitado em sala de aula: “eu aprendi inúmeras coisas, mas tenho algumas a ressaltar. Uma delas foi agir rápido. Tudo aqui acontece em uma velocidade imensa e você precisa reagir a isso – e rápido. Aqui eu aprendi como reagir às mais diversas situações. E o que eu mais gostei do meu ano na Digital House foi conseguir colocar uma parte do meu sonho em prática: mudar a vida das pessoas”.

Redescobrir como ser professor

Algumas pessoas descobriram um novo jeito de fazer algo que para elas já era antigo, como foi o caso do nosso Consultor Pedagógico, Cesar Augusto Michelin, que em 2018 teve a oportunidade de ver a sala de aula e o trabalho de lecionar de um novo ponto de vista: “Meu maior aprendizado foi, sem dúvida, redescobrir como ser professor. Entender o valor das atitudes mais corriqueiras, valorizar os receios comuns e como superá-los, sedimentar os valores que transformam profissionais extremamente competentes em professores devotados. Eu redescobri o professor que sou pelo olhar dos professores que consulto. Meus professores me ensinaram muito em 2018”.

E você, já descobriu ou quer descobrir uma carreira que faz sentido pra sua vida? Venha pra Digital House!

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