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Primeira edição do C-Summit reune mais de 150 executivos na Digital House

Primeira edição do C-Summit reune mais de 150 executivos na Digital House
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12 de junho de 2019
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Cultura como impulsionador da inovação foi tema do evento


Na primeira edição do C-Summit realizado no dia 10 de junho, Fred Trajano começou o dia nos impressionando sobre a transformação da Magalu para enfrentar o que está por vir. Em seguida tivemos uma "aula" sobre inovação do Pedro Waengertner, CEO da ACE Aceleradora. Ainda ouvimos Eduardo L'Hotellier, fundador e CEO do GetNinjas, e fechamos o dia com um painel com duas grandes empresas que estão avançando em sua transformação digital. Marcelo Tabacchi, CEO da Faber-Castell, e Vanessa Cordaro, Diretora Executiva de RH da AstraZeneca, compartilharam como duas grandes multinacionais estão tomando a liderança em revolucionar não somente a operação local. Confira os principais insights da primeira edição do C-Summit. 

Fred Trajano do Magazine Luiza

Segundo Fred Trajano, CEO do Magazine Luiza, a transformação digital para o Magazine Luiza é partir do varejo tradicional com uma área digital para uma plataforma digital com pontos físicos e calor humano. Ele explicou cada um desses 3 elementos: A plataforma digital é criada a partir do LuizaLabs, um grupo de quase mil profissionais de tecnologia com conhecimento acumulado, já tendo criado mil aplicativos. Esse grupo vem crescendo e acumulando novas competências. Há 2 anos atrás existiam apenas 5 cientistas de dados, hoje já são 50. Fred afirma que o LuizaLabs tem um papel cultural importante na transformação da empresa, inclusive de contaminar as outras áreas. Pontos físicos são ativos importantes para o Magalu e um diferencial versus a competição puramente online. Para Fred, a evolução na transformação deve respeitar o legado: "A loja tem que tocar na banda e não ver a banda passar". Um importante destaque é identificar os principais ativos e quais podem alavancar a experiência digital. Além das lojas, um desses ativos é a operação logística, que teve seu modelo reformulado e otimizado para cada caminhão reabastecer lojas, entregar mercadorias para pick-up in store e na casa dos clientes. "Ainda não entregamos em 30 minutos como já se faz na China, mas estamos evoluindo bastante". Por calor humano Fred destaca a importância da cultura, de pensar fora da caixa e não ter medo de errar. As pessoas são empoderadas a agir com autonomia colocando o cliente em primeiro lugar. Cada loja tem uma fanpage no Facebook para postar videos gravados pelos próprios funcionários, usando a "linguagem do povo, a linguagem daquela cidade". Um participante do evento perguntou como eles conseguiram fazer a transformação da cultura. Fred respondeu que "a gestão de pessoas é uma agenda do CEO". Foco nas pessoas e na cultura são fundamentais para o sucesso de uma grande organização. Ao fazer a transformação digital, tenha em mente o problema que você quer resolver. No caso do Magalu, um cliente demorar 45 minutos para fazer uma compra na loja era um problema. A visão é chegar em 1 minuto. Hoje, com novos processos, novas ferramentas, e funcionários ágeis e conectados, as vendas são feitas em 2 minutos.

Pedro Waengertner da ACE Aceleradora

Pedro Waengertner, CEO da ACE Aceleradora, apresentou os seis princípios da inovação radical:
  • Inovação é design organizacional;
  • Gestão ágil;
  • Mate seu próprio negócio;
  • Pensamento de investidor;
  • Trabalhar com parceiros;
  • Cliente.
Cultura também foi um dos principais temas. Segundo Pedro “existe um gap enorme entre o mindset que as pessoas precisam para inovar e como as pessoas estão acostumadas a trabalhar”. Inovação está muito ligada a execução, e obviamente paredes coloridas, puffs e mesas de ping pong não são catalisadores. As empresas precisam transformar inovação em valor, e existe muito valor sendo criado por startups em garagens na casa dos pais de recém-formados. "Inovação não é tecnologia. Quem inova são as pessoas". Para Pedro o app do Magalu é um sintoma de um jeito diferente de pensar, não é uma causa. É um grande erro achar que ao se criar um app a empresa passa a ser digital. Esses princípios de inovação são detalhados em seu recém lançado livro "Inovação Radical". É uma ótima leitura, recomendo.

Eduardo L´Hotellier do GetNinjas

Eduardo L'Hotellier contou uma experiência frustante que teve quando precisou contratar um pintor em 2010. Recorreu a indicações do zelador do prédio e anúncios de classificado. Depois de gastar muito tempo tentando laçar um profissional, o serviço não ficou bom e ele se viu refém da situação pois não tinha para quem reclamar. Eduardo sabia que muitas pessoas também passam por isso ao contratar profissionais para serviços em casa, daí surgiu a ideia de criar o GetNinjas. Hoje a empresa conta com um time de 90 pessoas e está organizada em células de times ágeis que focam por exemplo na experiência do contratante e na experiência do profissional. Mas no começo, quando era apenas ele e algumas poucas pessoas, as coisas eram bem diferentes. Não existia uma preocupação muito grande com escalabilidade do negócio, o foco era em fazer o modelo dar certo e em aprender com os erros. O negócio do GetNinjas depende de clientes acessando a plataforma para contratar profissionais, e de profissionais cadastrados e disponíveis para realizar serviços. Esse efeito de rede gera benefícios para o dois lados, mas o "problema do ovo ou a galinha" é um desafio no começo. No início, quando um cliente solicitava uma profissional, recebiam a mensagem "nossos robôs estão procurando um profissional para você". Eduardo conta que na verdade essa interface era feita pela Integração Estagiário, um time de estagiários cuja missão era ligar para pintores, encadores, eletricistas, e convencer os profissionais que a plataforma era séria. Eduardo falou também sobre a escolha do time e de alguns erros que cometeu. Disse que as primeiras contratações fez puramente baseada na experiência profissional, considerando as aspectos técnicos. O aprendizado foi que a escolha do time em uma startup deve envolver tanto a parte técnica quanto os objetivos pessoais. "Você vai passar muito tempo com algumas poucas pessoas, é importante ter objetivos comuns de longo prazo. Eu teria conversas mais longas antes de contratar. Conversas em bar".

Marcelo Tabacchi da Faber-Castell e Vanessa Cordaro da AstraZeneca

Assim como Fred Trajano destacou a importância de ter em mente o problema que você quer resolver ao fazer transformação digital, segundo Marcelo Tabacchi, CEO da Faber-Castell, "é preciso pensar nos pain points e colocar tecnologia onde precisa". Pragmatismo e orientação a geração de valor são fundamentais na jornada de transformação digital. Completando o painel, Vanessa Cordaro, Diretora Executiva de RH da AstraZeneca, colocou que "a maior barreira são as pessoas. O desafio é mostrar que todo mundo pode aprender". Isso foi muito bem ilustrado na apresentação do Magazine Luiza com um video que mostrou um vendedor intimidado com o digital, com medo que usar o app de vendas iria atrapalhar o dia-a-dia. Um domingo esse vendedor tomou coragem e ficou determinado a ficar fluente no aplicativo. Perdeu o medo e viu que o digital é uma ferramenta poderosa. Outro aspecto da cultura digital muito pregado é não ter medo de errar. Pedro Waengertner destacou que errar rápido e errar barato são uma oportunidade de aprendizado, e que organizações, por terem aversão ao erro caro, não dão liberdade para os funcionários falharem. Segundo Marcelo, isso é uma disruptura grande pois a gente não pode falhar em casa. Somos criados com a noção de que ter sucesso significa ter acertos. Vanessa descreveu sua expedição na China: "Depois que conversei com Ali Health, cheguei a conclusão que em algum momento a gente vai ser destruído. Por isso começamos nossa transformação digital”. A AstraZeneca hoje é um modelo para as outras filias no mundo e a Vanessa tem sido uma embaixadora de como fazer transformação digital. Na Faber-Castell no Brasil a história é parecida, e o Marcelo tem ajudado a revolucionar as operações no Brasil e na matriz na Alemanha. Marcelo fechou o painel dizendo que “a tecnologia não é prioritária, a transformação é cultural". Permitir erro, dar autonomia aos times, focar nos problemas certos e balancear entrega de resultado no curto prazo e longo prazo são alguns dos principais atributos para se criar um mindset digital. A Digital House chegou no Brasil há 1 ano e já fez treinamentos sobre transformação e práticas digitais para mais de 40 empresas de diversos setores e tamanhos. O momento de transformar o negócio é agora, aqui no C-Summit vimos em todas as conversas o quanto é importante investir nas pessoas. Como disse o Tabacchi, a "transformação é cultural". Quer saber como podemos lhe apoiar nessa jornada? Entre em contato com a gente!  

Outras notícias

Digital House e Talenses lançam pesquisa inédita sobre organização digital img
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Digital House e Talenses lançam pesquisa inédita sobre organização digital

No dia 06 de agosto, pela manhã, o auditório da Digital House serviu de palco para o evento de lançamento da pesquisa “Paradigma Digital: a demanda por habilidades e profissionais digitais”, desenvolvida pela Talenses em parceria com a Digital House Brasil.O evento contou com mais de 100 profissionais da área de Recursos Humanos, entre gerentes e diretores que compareceram para entender os resultados do estudo e também para debater soluções para os desafios que as empresas encontram ao fazer sua transformação digital.Além da apresentação dos principais resultados do estudo, o lançamento contou com um painel de discussões com especialistas, moderado pelo jornalista Marc Tawil. Participaram: Patrícia Araújo (Head de RH do Mercado Livre e professora da Digital House), Bruno Pina (CDO da Astrazeneca), Luciano Bittioli (senior recruiter da Talenses) e o Edney Souza, diretor acadêmico aqui da escola.Sobre o estudoO estudo veio de um levantamento com profissionais das áreas de Recursos Humanos de mais de 100 empresas de diferentes portes e dos mais diversos setores: serviços, comércio e indústria. A coleta de dados ocorreu durante o segundo trimestre de 2019, entendendo as demandas por profissionais digitais no mercado.O CEO da Digital House Brasil, Carlos Alberto Júlio, contou que essa foi a primeira edição da pesquisa, que procurou identificar onde estão as dificuldades do RH e das empresas em encontrar profissionais para a nova economia. Os resultados foram surpreendentes, e foi possível enxergar quem tem mais ou menos dificuldade em fazer a transformação digital: “A intenção é dar continuidade nesse trabalho e que consigamos aprofundá-lo com outros aspectos do mundo digital”.O estudo responde a algumas questões como:Quais setores estão mais maduros no processo de transformação digital? Quem está mais avançado nesse processo: pequenas, médias ou grandes empresas?Quais são os profissionais digitais mais difíceis de encontrar para contratar?Quais as habilidades digitais mais valorizadas por quem contrata?Quais são áreas de uma empresa que mais demandam profissionais digitais?Que impacto as empresas sentem pela falta de profissionais digitais para contratar?Dentre os resultados apresentados, foi possível observar que, quando comparado com setor de comércio e serviços, a indústria se mostra atrás nessa corrida de transformação digital. Para Carlos Alberto, “fica claro que o setor de serviços foi mais impactado pela questão digital, dada a sua conexão direta com o seu cliente final. Nem sempre uma indústria tem essa relação direta com o consumidor e com a sua cadeia de distribuição.”Já para Luiz Valente, diretor geral da Talenses, comenta que um dado preocupante apresentado pela pesquisa é o baixo investimento em treinamentos para conceitos de digital: “Há uma necessidade urgente de que as companhias passem a investir e direcionar recursos para o treinamento em ferramentas e metodologias digitais.”Ele também menciona que há um desafio muito claro para as áreas de Recursos Humanos no que diz respeito à conscientização sobre a transformação digital: “as empresas precisam começar a compreender quais são as alternativas de modelo de negócios, de processos internos, que vantagens o ecossistema digital pode trazer para as organizações. O RH, junto com a liderança da companhia, precisa estar engajado e estimulando para que todas as áreas entrem nessa jornada”.Especialistas discutem cenário do mercado de digital e perspectivas de futuroBruno Pina, da Astrazeneca, comentou que uma das grandes dificuldades do corpo executivo é entender a necessidade de dar um passo à frente para a transformação. “O primeiro passo pra gente começar a se transformar é sair do ‘não sei que não sei’ para o ‘sei que não sei’. Ou seja, reconhecer o problema e fazer uma autoavaliação”.De acordo com Patrícia Araújo, um evento como esse é importante para preparar as áreas de RH e empresas, para que elas sejam melhores e mais preparadas para a digital. “A gente não está contribuindo só para as empresas que estamos atuando, mas sim para a economia deste país”.Além disso, ela acredita que ao atuar como parceiro de negócios, o setor de RH contribui para transformar a cultura das organizações. “Para isso, precisamos estar dois a três passos à frente, o que significa treinar e desenvolver a nós mesmos. Precisamos continuar desaprendendo e aprendendo para contribuir. Todas as empresas serão transformadas de alguma maneira. Algumas, talvez, em escala exponencial, muito maior, enquanto outras em escala menor, mas em todas o RH tem a oportunidade de ser parceiro nessa mudança.Já Edney Souza reforça que todas as áreas precisam ser digitais: “Você precisa de profissionais de TI no Marketing, na área de finanças, no jurídico. Quando você tem uma única área que entende de TI, isso se torna um grande gargalo que atrapalha o desenvolvimento da sua companhia”.Quer saber mais? Baixe agora o relatório completo e tenha acesso a todos os resultados dessa pesquisa inédita no mercado!

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Co-marketing: conceito, benefícios e estratégias

Quando o país dá sinais de recessão econômica, é comum empresas voltarem seus cortes e contingências para a área de Marketing. Esse cenário exige das equipes soluções criativas que podem, inclusive, acarretar na ressurreição de práticas já conhecidas, como é o caso do co-marketing.O nome pode ser novo, mas o princípio já vem sendo aplicado há alguns anos. Co-marketing é quando você unifica sua estratégia de marketing com a de uma empresa que tenha público-alvo e objetivos semelhantes. Alguns são exemplos podem ser encontrados nas campanhas conjuntas feitas por companhias aéreas e locadoras de carros, ou lojas de artigos esportivos e academias.Não são necessariamente empresas que competem diretamente entre si, mas que atuam em mercados semelhantes. Nos casos citados acima, nos nichos de turismo e esportes.Talvez seja o momento certo para olhar para a área de atuação de sua empresa e buscar possíveis parceiros que queiram criar uma parceria frutífera em prol de um bem comum. Afinal, o co-marketing é a síntese da expressão "a união faz a força".BenefíciosQuando duas empresas optam pelo co-marketing, elas compartilham os dois lados da moeda: trabalho e resultados. A não ser que uma empresa tenha mais interesse na parceria que a outra, sendo possível então negociar quem contribuirá com o quê.Força de uma aliançaO co-marketing permite que as duas empresas envolvidas consigam aumentar seu alcance, cruzando base de dados e leads. Apesar de atuarem no mesmo segmento, os clientes de uma empresa podem não conhecer a outra. Assim, ambas aumentam suas oportunidades de vendas.Confira ainda 4 empresas que estão usando o Big Data para aumentar receitas e diminuir custos.A melhor maneira de fazer isso acontecer é cada empresa disparar e-mails para as respectivas bases apresentando a parceira e incluindo sua assinatura na mensagem. Não cadastre em sua base e-mails de pessoas que não se inscreveram em sua newsletter, as duas empresas podem ser classificadas como spam e ter este importante recurso bloqueado.OrçamentoAo unir duas estratégias de marketing para um bem comum, com foco no mesmo público-alvo e ações similares, você consegue economizar mão de obra, melhorar a produtividade da equipe e reduzir o investimento em ferramentas. Tudo isso sem comprometer a taxa de sucesso de sua campanha.Ande com os experts da áreaAo optar pelo co-marketing, é importante ter em mente com qual tipo de empresa você quer se associar. Andar com os experts da área irá, automaticamente, conferir autoridade e respeito à sua marca.Além do mais, quando sua empresa é indicada por uma marca “de confiança” dos clientes, eles tendem a transferir parte dessa confiança a você, que é recomendado por alguém que já conquistou respeito.Lembre-se que é sempre uma via de mão dupla, esses benefícios devem existir tanto para você quanto para seu aliado.EstratégiasSeja exigente na escolhaJá falamos alguns parágrafos acima como é importante escolher o parceiro certo para sua estratégia de co-marketing. Não é só a posição da outra empresa no mercado que precisa ser levada em consideração nessa decisão.Pense em alguém que possa complementar seu produto e que agregue valor ao projeto. Evite empresas que não possuem conhecimento em marketing digital ou não têm conceitos básicos definidos como público-alvo, persona, jornada do consumidor, entre outros.Palavra-chave: PlanejamentoJá percebeu como quase todos os artigos que falam sobre estratégia têm a palavra “planejamento” como um item importante? Pois bem, se planejar é importante quando você está definindo caminhos para sua própria empresa, é algo indispensável quando você está desenhando um projeto com um parceiro.O planejamento precisa ser meticuloso e envolver seu aliado em cada etapa. Não se apresse e não tente fazer as coisas acontecerem antes do tempo. É preciso de paciência extra quando se trata de co-marketing, pois é o futuro de duas marcas em jogo.Todo mundo ganhaEstabeleça uma relação em que todo mundo ganhe, não tente ser esperto e tirar vantagem do co-marketing para alavancar sua empresa. Seu parceiro precisa sair desse projeto com tantos benefícios e ganhos quanto você.Em alguns casos, como já falamos acima, as duas empresas podem não compartilhar a mesma posição e status dentro do mercado. Ou talvez uma companhia seja maior que a outra. Em casos em que a parceria já começa com um certo de nível de desigualdade, é importante criar uma compensação.A empresa com mais recursos pode realizar a maior parte do investimento, enquanto a outra entra com mão de obra, por exemplo.Divida bem as tarefasA partir do momento em que foi definida qual será a relação entre as empresas parceiras, divida as tarefas e deixe bem claro para cada lado qual seu papel a cumprir. A troca pode ser um post no blog, webinar, eBook, vídeos, eventos e o que mais as empresas identificarem como troca positiva no que abrange o marketing compartilhado.Durante o planejamento, aproveitem para mapear as forças e fraquezas das respectivas áreas de marketing de cada empresa. Esse exercício pode ser valioso no momento de decidir quem vai controlar o investimento em redes sociais e quem vai acompanhar KPI’s e medir resultados, por exemplo.Hora de medir resultadosFalando em medir resultados, é preciso acompanhar as métricas das ações realizadas no co-marketing para ter certeza de que a parceria foi, de fato, um sucesso. Esses dados são valiosos durante a parceria, para realizar eventuais ajustes nas campanhas, e depois que o acordo foi finalizado, para saber quais foram os erros e acertos.Aproveite para ler 5 métricas essenciais de marketing digital para ficar de olho.Bons números também servirão de base para um próximo projeto com um novo parceiro de co-marketing no futuro. Você poderá apresentar os resultados positivos de uma estratégia compartilhada.

Desenvolvedor front end: o que preciso saber pra ser um? img
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Desenvolvedor front end: o que preciso saber pra ser um?

Você decidiu que pode ser uma boa atuar como desenvolvedor front end, mas não sabe exatamente como começar? Ou já começou a programar, mas quer mergulhar ainda mais a fundo nessa área? Ok, esse universo pode parecer bastante confuso à primeira vista, pois existem vários caminhos a serem trilhados nessa carreira.Um ótimo conselho é pesquisar todas as possibilidades para decidir qual direção tomar. Neste texto, vamos falar um pouquinho com quem tem interesse em desenvolvimento de interfaces que conversam diretamente com os usuários, ou seja, o famoso front end!Quer entender como funciona, quais os primeiros passos e se o mercado está favorável? Chamamos a professora do curso de Desenvolvimento Web Full Stack, Hendy Almeida, para esclarecer todas as dúvidas!O que é o front end e back endQue tal começar diferenciando dois dos conceitos mais conhecidos do desenvolvimento web? Se, dentro de uma aplicação, você souber separar o front end do back end, já será um ótimo começo!Hendy explica que, quando falamos no back end, nos referimos à parte que está por trás das interfaces, se comunicando com os servidores, guardando informações no banco de dados e definindo as regras de negócio.Já o front end é a parte responsável pela interação com o usuário. Isso significa que estamos falando de todo o conteúdo que fica visível, como por exemplo: o layout da página, os efeitos visuais e até mesmo a validação de formulários. O desenvolvedor front end precisa ter um olhar voltado para experiência do usuário para que o trabalho aconteça da melhor maneira possível.Deu para entender que, apesar de diferentes, os desenvolvedores das duas áreas acabam se complementando, certo?O que faz um desenvolvedor front-endFocando especificamente na turma dos front-end developers, Hendy mostra que, nessa área, é possível criar páginas web utilizando HTML, CSS e Javascript, normalmente com base em um layout pré-definido por um designer ou pela equipe de design. Isso significa que trabalhar em equipe é fundamental para pensar na melhor experiência possível para o usuário.Esse trabalho requer muita atenção aos detalhes, pois é importante garantir que o design da página esteja de acordo com o que foi pré-definido, ou que a usabilidade esteja fluida. O usuário final está em primeiro lugar, e a experiência dele vai ser sempre considerada para fazer as devidas otimizações, quando necessário.Por que o front end é tão importante?Bem, depois de tanta explicação, fica até fácil entender a importância do front end, né? Só de saber que o principal objetivo desse profissional é oferecer uma boa experiência para o usuário, já se percebe quem é que descomplica e cuida da aparência do desenvolvimento web.Hendy alerta: “Você pode ter um sistema super funcional no back end, mas se ele não for atraente e de fácil acesso, não adianta nada”. É no front que consegue-se facilitar a usabilidade de um sistema web e mudar a experiência do usuário.Mercado de trabalho em altaBoas notícias para os entusiastas e futuros desenvolvedores: o mercado para front end só tem crescido e está em alta! Para Hendy, hoje em dia, há muitas possibilidades de vagas na área, para atuar desde os níveis de conhecimento mais básicos, como HTML, CSS e Javascript, até o modo avançado, como ReactJS, Angular e Service Worker. Segundo o site Glassdoor, o salário médio para um desenvolvedor front é de R$ 3.995 por mês, podendo variar até chegar a mais de R$ 13.000. Nada mal, hein!Vem ser front end você também!Gostou da ideia de entrar nessa profissão desafiadora? Hendy conta o que é preciso aprender no começo da carreira “De início é preciso estudar as bases: HTML para estruturar o conteúdo, CSS que é nossa folha de estilo, e Javascript que permite adicionar lógica e interagir com eventos do usuário como click ou scroll na página. Depois disso, nós podemos ir para parte mais divertida, como Bootstrap e jQuey, ou seja, as bibliotecas/frameworks que facilitam nosso trabalho”.Com esse tanto de palavra e expressões, fica mais uma dica: o inglês é um diferencial que te ajudará muito no dia a dia! Até mesmo para buscar referências e leituras que, grande parte das vezes, não estão disponíveis em português.E também é importante lembrar que, mesmo que você escolha se especializar no front end, será preciso ter noções de como o todo se comunica com o back end, ou como funciona o banco de dados, por exemplo. A profissão é apaixonante e divertida! Com certeza, você vai adorar!