17 de Janeiro de 2018
Digital House

A era das startups bilionárias no Brasil

2018 viu o nascimento do primeiro unicórnio brasileiro. A empresa 99, do setor de aplicativos para transporte de passageiros, foi adquirida por US$ 1 bilhão pela chinesa DiDi Chuxing. Com isso, o Brasil entrou no mapa dos grandes negócios digitais. Faça parte dessa realidade!

Negócios bilionários sãos possíveis no mercado de coding

No começo de 2018, surgiu o primeiro unicórnio brasileiro. A denominação é dada às empresas de crescimento muito rápido, com impacto em um grande número de usuários e aceleradas por investidores de capital de risco. Como sugere o nome, as startups digitais bilionárias atingem valor de mercado acima de US$ 1 bilhão.

É o caso da 99, do setor de aplicativos para transporte de passageiros. A empresa se tornou um unicórnio após ser comprada pela detentora do app de transporte chinês DiDi Chuxing. Este tem 450 milhões de usuários e é avaliado em US$ 56 bilhões.

Com a aquisição da 99, a DiDi reforçou sua presença no Brasil. Ela já havia investido cerca de US$ 100 milhões na 99 em janeiro de 2017, acirrando a competição com a Uber no Brasil. As duas são concorrentes por aqui. Já na China, a DiDi adquiriu, em 2016, as operações locais da Uber por 6 bilhões de dólares em ações e um bilhão de dólares em dinheiro.

A 99 foi criada há cinco anos, quando lançou um aplicativo para táxis. Em junho de 2016, passou a oferecer também o 99Pop, com carros particulares. O movimento encara de frente o avanço da Uber no país.

Essa tendência, que levou o Brasil a entrar no mapa das startups digitais bilionárias do setor de apps, reforça a premissa de que o mercado de programação (coding) cresce a passos largos  no País. As perguntas seguintes são:  Novos empreendedores surgirão? Temos programadores preparados para enfrentar a acirrada competição do mundo digital?

As respostas, ainda não são definitivas, mas pode-se dizer que o mercado visualiza uma tendência irreversível: o conhecimento de programação (Coding) é cada vez mais necessário na nova economia, carente de soluções para consumidores e para os setores privado e público.

O cenário é promissor, e os olhos de investidores seguem atentos à performance de possíveis futuras startups digitais bilionárias brasileiras. 

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