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Deixe seu RH mais digital

Conheça ferramentas digitais de recrutamento (digital talent acquisition), treinamento e comunicação de equipes. Além de estratégias de People Analytics, Marketing Digital e Employer Branding.

RH na Transformação Digital

Saiba como os negócios estão migrando para o mundo digital e como a área de Recursos Humanos pode acompanhar esses processos utilizando as ferramentas digitais a seu favor. Aprenda a implantar uma cultura digital na prática.

Networking

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Por que Gestão de RH Digital?

O que você vai aprender neste curso:
  1. 01. Transformação digital
  2. 02. Digital mindset
  3. 03. Mkt digital para o RH
  4. 04. Digital Talent Acquisition
  5. 05. Metodologias ágeis
  6. 06. Gestão de equipes digitais
E também:
  1. 01. Cultura horizontal e colaborativa
  2. 02. Digital Talent Development
  3. 03. People Analytics
  4. 04. Employer Branding
  5. 05. Marketing Digital a serviço do RH
  6. 06. Cases reais

E na minha carreira?

Qual o futuro?

Empresas de todos os setores e segmentos estão se tornando cada vez mais digitais para se manterem competitivas. O RH tem um papel fundamental na Transformação Digital auxiliando a acelerar a implantação de um mindset digital

Cases reais

Veja cases reais em sala de aula. Compreenda como as ferramentas digitais de gestão possibilitam contar com informações em tempo real para tomar decisões melhores

Aprenda com professores especialistas do mercado

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Por que escolher a Digital House?

Nossa missão é formar a próxima geração de profissionais digitais. Temos um campus de quatro andares na Vila Olímpia (Avenida Doutor Cardoso de Melo, 90 - São Paulo) com salas equipadas com um computador por aluno. Nossa metodologia própria de ensino intensivo é focada na prática, com um currículo feito sob medida para o que o mercado exige. Participe também de eventos para networking e recrutamento. Adquira habilidades digitais! Venha para a Digital House!

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Recrutamento digital: 6 tendências para sintonizar seu RH com a tecnologia img
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Recrutamento digital: 6 tendências para sintonizar seu RH com a tecnologia

Sabemos que o setor de RH mudou muito: está mais ágil, estratégico e digital — tudo para acompanhar o ritmo do mercado.Da mesma forma, o recrutamento e a seleção também evoluíram do offline para o online, aproveitando todas as facilidades que a internet oferece.Então, que tal automatizar sua triagem de currículos, usar o poder dos dados para selecionar candidatos e preencher suas vagas 100% online?Tudo isso é possível com as tendências de recrutamento digital que você vai conhecer agora.Vamos às novidades?Siga a leitura.O que é recrutamento digitalO recrutamento digital é uma estratégia de RH que utiliza o poder dos dados e da conectividade para encontrar, atrair e selecionar candidatos de forma mais rápida, barata e precisa.Ou seja: é o processo seletivo tradicional turbinado pelas ferramentas do online, que facilitam o trabalho de conexão com os melhores talentos do mercado.Graças à tecnologia, o profissional de RH não precisa mais investir seu tempo em tarefas manuais e repetitivas, como eliminar currículos com base em parâmetros de formação dos candidatos.Com o recrutamento digital, a parte operacional do trabalho é reduzida ao máximo, e o RH amplia sua atuação estratégica.6 tendências do recrutamento digitalOs avanços tecnológicos ditam a evolução do recrutamento digital, que promete agilizar a rotina do RH e tornar o processo cada vez mais inteligente. Considerando que 77% dos brasileiros já procuraram emprego na internet, segundo dados do Ibope Conecta, de 2018, as tendências a seguir devem se aprofundar rapidamente. 1. Social RecruitingPara além dos tradicionais sites de vagas, há um universo de candidatos a ser explorado nas mídias sociais mais populares.Por isso, o social recruiting, ou recrutamento social, é uma das tendências mais importantes dos nossos tempos.Muito mais do que postar suas vagas nas redes sociais da empresa, você pode fazer buscas avançadas por candidatos no LinkedIn, nutrir relacionamentos no Facebook e engajar candidatos no Instagram. De acordo com uma pesquisa de 2018 da Talent Lyft, 94% dos recrutadores entrevistados planeja usar as mídias sociais no recrutamento, enquanto quase metade (49%) dos que já utilizam constataram uma melhora na qualidade dos candidatos. 2. Inbound RecruitingVocê já deve ter ouvido falar no marketing de recrutamento, que consiste em usar as técnicas de promoção e divulgação do marketing para recrutar candidatos.Quando evoluímos essa ideia para o marketing digital, chegamos ao inbound recruiting: a metodologia de marketing de atração aplicada ao R&S.Na prática, significa atrair talentos ao invés de correr atrás deles na web, criando conteúdos relevantes e criando proximidade com os candidatos.  3. Employer brandingNa mesma lógica de atratividade de talentos, temos o employer branding como tendência generalizada de recrutamento online.Considerando que 75% dos profissionais avaliam a reputação da empresa como empregadora antes de se candidatar a uma vaga, segundo um estudo de 2018 do LinkedIn, é melhor garantir sua reputação na internet.Afinal, os talentos vão buscar informações no seu site de carreiras, em redes sociais e em sites como o Glassdoor — e quanto melhor a impressão, maiores as chances de ter bons candidatos.  4. CRM (Candidate Relationship Management)Da mesma forma que a empresa gerencia seu relacionamento com os clientes, também deve manter contato com seus futuros talentos. Para isso, existem as ferramentas de CRM (Candidate Relationship Management), que permitem automatizar e-mails durante o processo seletivo e oferecer feedbacks imediatos aos seus candidatos.Assim, você garante o vínculo com os profissionais e facilita a comunicação no recrutamento e seleção. 5. Applicant Tracking System (ATS) com IAO Applicant Tracking System (ATS) é um software completo para gestão do recrutamento, que segue em alta no RH e vem ganhando novas funcionalidades. Hoje, a grande aposta é nos ATS com inteligência artificial, que permitem realizar a triagem de candidatos de forma automática e cruzar dados para combinar os perfis às vagas.Para isso, esses sistemas utilizam algoritmos poderosos para selecionar os melhores candidatos de acordo com os critérios da posição, agilizando o processo seletivo com o máximo de precisão. 5. Marketplace de talentosOutra tendência em destaque no recrutamento digital é o marketplace de talentos, que consiste em uma plataforma que conecta profissionais às empresas.Essas plataformas combinam tecnologias como inteligência artificial, Big Data e machine learning para pré-selecionar candidatos e encontrar combinações perfeitas entre profissionais e vagas. Dessa forma, é possível agilizar as contratações e concluir processos seletivos com muito mais rapidez e economia. 6. ChatbotsNa onda de automação do relacionamento com os candidatos, os chatbots (robôs de conversação) já estão sendo usados para manter a comunicação no processo seletivo.Esses sistemas movidos a inteligência artificial e programados para dar respostas prontas são muito úteis para:- Informar candidatos sobre o status do processo- Enviar mensagens de confirmação e feedback- Agendar entrevistas e testes- Realizar triagens iniciais com perguntas estratégicas.Já imaginou ter um chatbot como assistente virtual para acelerar seu processo seletivo? Fique por dentro das tendências do recrutamento digitalSe você quer ficar por dentro das tendências do recrutamento digital e revolucionar seu RH, já pode escolher quais tecnologias se adaptam à sua realidade.Felizmente, contamos com empresas inovadoras focadas em soluções digitais para o RH: as HR techs.Essas startups se dedicam a criar ferramentas e sistemas sob medida para agilizar seu recrutamento e seleção, desde a busca por candidatos até a contratação. Para conhecer melhor esse mercado e suas soluções, você pode baixar gratuitamente o e-book HR Tech: O que isso significa para você?, produzido pela Revelo. E se toda essa revolução tecnológica ainda não está tão clara para você — ou se você quer se aprofundar mais no assunto antes de arriscar um investimento —, vale a pena realizar o Curso de Gestão de RH Digital da Digital House.Nele, você vai aprender tudo sobre as ferramentas de recrutamento digital, além de estratégias de people analytics, marketing digital e employer branding. Pronto, você já tem todo o conhecimento e ferramentas de que precisa: agora é só acelerar seu RH rumo à cultura digital.Texto desenvolvido por: Mayara Toyama, do time de conteúdo da Revelo. A Revelo é uma HR Tech que utiliza Inteligência Artificial para inverter o esquema de recrutamento. Dentro da sua plataforma, não são os candidatos que buscam pelas empresas, mas as empresas que têm acesso aos talentos de carreiras como: design, marketing digital, BI, finanças, engenheiros de software e negócios.

Web Developer: o que faz, quanto ganha e como se tornar um img
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Web Developer: o que faz, quanto ganha e como se tornar um

São tantas novas profissões nesse mundo novo e em constante mudança. Tudo está sendo reinventado, inclusive o mercado de trabalho. Por conta disso, diariamente, é quase rotineiro encontrar oportunidades de carreira que ainda não sabemos muito bem o que elas significam.Para quem está de olho na atuação com TI, isso fica ainda mais evidente. São muitas nomenclaturas de profissões e, para um iniciante na área, pode ser difícil definir em qual área da tecnologia atuar. Uma delas é a do desenvolvedor web, ou web developer. Onde esse profissional atua e quais habilidades são necessárias? Vamos descobrir a partir de agora!O que faz um Web Developer?Basicamente, esse é um tipo de programador especializado em desenvolvimento de sistemas para a internet, sendo responsável por manter o seu site ou aplicativo funcionando. Para isso, ele faz o planejamento da estrutura, constrói e depois mantém a manutenção dos códigos, para que tudo rode perfeitamente, dentro do esperado.Não é um trabalho muito fácil, pois envolve entendimento das mais diferentes linguagens de programação, estando sempre atento aos aspectos de back-end como servidores e segurança de dados, assim como no front-end, ou seja, com a experiência do usuário. Há quem prefira atuar com um ou outro aspecto, mas também há o Desenvolvedor Fullstack, ou seja, aquele que atua de maneira híbrida, tanto no campo do front-end, com HTML, CSS e Javascript, assim como com as linguagens do back-end.De toda forma, é uma profissão desafiante, com muito potencial de aprendizado e crescimento profissional, além de impactar positivamente o ambiente em que vivemos, por trazer soluções tecnológicas que podem ser benéficas para a sociedade!Web Designer x Web DeveloperEssa talvez seja uma das principais dúvidas de quem tem interesse em atuar com desenvolvimento: qual a diferença entre o web designer e o web developer?Enquanto o Desenvolvedor Designer atua com a criação do conceito do site, decidindo questões como cores, tipografia, tipos de conteúdos e páginas, o desenvolvedor web usa os conceitos apontados pelo designer para construir os códigos e transformar tudo no site propriamente dito.Claro que, nos dias de hoje, é possível encontrar profissionais que contemplam as duas expertises, mas em teoria, o web designer não atua com a construção dos códigos, enquanto o web developer não precisa, necessariamente, ter habilidades de design, ou entender de teoria das cores e identidade visual, por exemplo.Quanto ganha um Web Developer?Não basta entender qual a atividade dessa carreira, também é preciso ficar de olho nos ganhos, certo? O salário vai depender da atuação profissional, já que os desenvolvedores podem ser encontrados trabalhando em pequenas, médias e até grandes corporações, além dos que decidem atuar de maneira autônoma, ou seja, como freelancers.Pesquisando pelos sites das principais empresas especializadas em carreira do país, é possível verificar que, em média, um desenvolvedor web em São Paulo ganha em torno de R$ 3.870 por mês, mas também há salários que podem chegar a R$ 9 mil mensais. Para os freelancers, vale lembrar que quanto mais experiência na área, maior a possibilidade de ir definindo seu próprio preço!Quero ser Web Developer: por onde começar?Não é nem preciso falar que uma profissão baseada em códigos e linguagens complexas exige muito estudo e dedicação, certo? Mas se você gostou do que leu e está buscando iniciar sua carreira como desenvolvedor web, saiba que esta é uma excelente escolha!Tudo começa, claro, com a busca por um curso para aprendizado e aperfeiçoamento das habilidades. A Digital House oferece três cursos na área: Desenvolvimento Full-Stack, Desenvolvimento Mobile Android e Desenvolvimento Mobile IOS. E se você não tem experiência nenhuma nessas áreas, tudo bem: a escola ajuda na sua formação, para que você aprenda a programar do zero e construa uma carreira de sucesso!Depois de aprender as bases, você provavelmente entenderá quais linguagens mais adequadas para o aperfeiçoamento, quais você teve mais facilidade, essas coisas. Sem nunca esquecer que, como é uma carreira digital, tudo muda muito rapidamente, então o aprendizado constante é fundamental para que seu conhecimento não fique obsoleto.Leia também: Tudo o que você precisa saber para ser um programador.Gostou das dicas? Prepare-se para começar sua carreira no mundo dos códigos e desenvolvimento de páginas e boa sorte na sua trajetória profissional!

Como fazer um portfólio? Quais plataformas devo usar? img
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Como fazer um portfólio? Quais plataformas devo usar?

Você pode estar buscando novos clientes como freelancer, ou procurando uma nova oportunidade de emprego: em qualquer um dos casos, muito provavelmente o recrutador ou gestor da vaga pedirá um portfólio para entender mais sobre suas competências profissionais. O portfólio é uma ferramenta essencial para valorizar seu trabalho e destacar suas competências. Se você ainda não tem um e está com dificuldades para elaborar o seu, trouxemos algumas dicas para inspirar e te ajudar a montar um portfólio de sucesso! Acompanhe!Para começo de conversa… O que é um portfólio?Muita se fala nele, mas talvez pouco se explique exatamente do que se trata! Então, vale a primeira definição, que vale como regra: portfólio não é a mesma coisa que currículo!O portfólio é uma coleção dos seus principais trabalhos, aqueles que você considera que mais merecem destaque. E aí é que está a diferença do CV: enquanto o currículo apresenta onde você atuou, o portfólio mostra como foi sua experiência na prática. Um exemplo na prática: ao invés de você falar qual agência você trabalhou, você falará dos seus clientes e projetos desenvolvidos durante a experiência.No seu “dossiê profissional”, você deve apresentar suas habilidades de maneira que impressione: o que foi feito, por que e como foi feito, além de quais resultados foram alcançados. Ou seja, exige um bom storytelling para que suas melhores habilidades sejam mencionadas e seus projetos, assim como seu talento, sejam reconhecidos da maneira que você merece!Como escrever seu portfólio de maneira vendedoraDe nada adianta ter um espaço onde você cita apenas a data, o cliente e o que foi executado. Segundo a Coordenadora do curso de Experiência do Usuário (UX) da Digital House, Amyris Fernandez, é necessário deixar seu material mais rico, com mais informações que te favoreçam: “é importante saber qual problema que deveria ser solucionado, qual foi o briefing recebido e como foi a evolução do profissional no decorrer do tempo, entendendo qual foi o raciocínio para chegar ao resultado final”.Ou seja, mais do que uma peça pronta ou os resultados do projeto executado, é essencial mostrar como foi a trajetória, o meio do caminho. Isso é valioso para que você possa se apresentar como profissional, reforçando seus pontos fortes, aprendizados e sua capacidade de resolução de desafios e conflitos. E a dica vale não só para quem atua com UX, mas também com a turma do Marketing e da Programação! No caso dos desenvolvedores, isso fica ainda mais em evidência: se você não consegue mostrar os códigos do seu projeto, você precisa saber falar sobre ele. Portfólio online ou versão impressa?Depois de planejar quais conteúdos vai no seu portfólio profissional, talvez venha a dúvida: onde deixá-lo disponível? Há profissionais, como da área de design, que preferem imprimir, tanto para destacar cores e texturas, como também para facilitar as reuniões de apresentação do mesmo. Afinal, como garantir que o gestor da vaga terá conexão com a internet na hora da entrevista?Porém, no caso de profissionais da Programação, fica até difícil imaginar como seria apresentar um portfólio que não seja na internet, não é mesmo? Todo o trabalho de desenvolvimento desse profissional necessita de uma plataforma virtual, logo, a apresentação dos projetos necessita de um ambiente online. Uma dica é o Github, uma plataforma para hospedar códigos e apresentar projetos de tecnologia. Para o professor de Desenvolvimento Full Stack, Vinicius Oliveira, é uma ferramenta mais focada para quem já é da área: “Como é comum acontecer de desenvolvedor contratar outros desenvolvedores, eles buscam o portfólio de códigos dos profissionais por lá, e o Github vira o local central para o profissional mostrar seu trabalho”.A professora Natália Lira também reforça a importância dessa plataforma: “Ela é muito forte na nossa área, é onde o open source acontece. Quando fiz entrevistas, normalmente foi lá que consegui apresentar meus projetos. Inclusive já vi muitas vagas que pedem o Github junto com o CV”.Para quem é do Marketing ou de UX, não faltam ideias de como apresentar seus projetos. Vale criar uma apresentação contendo informações sobre o briefing, estratégia pensada e resultados alcançados de cada case e salvá-la em PDF para enviar no email para os interessados, ou utilizar plataformas online, como Behance e Cargo Collective. Há também quem também crie o próprio site no Wordpress ou prefira fazer do seu blog o espaço de portfólio!O coordenador do curso de Marketing Digital, Hugo Rosso, dá mais uma dica: “Dá pra usar o Linkedin também. Na descrição da sua experiência de trabalho, você pode acrescentar link para documentos, fotos, sites, apresentações e vídeos externos dos projetos desenvolvidos. Com isso, o profissional mantém todo o seu histórico profissional em uma plataforma só!”. Bem prático, não?Como ter um portfólio sem experiência no mercado?E como faz para apresentar as habilidades quando se está em transição de carreira ou ainda não se tem experiência prática na área? Para você, que está em início de carreira, a resposta está na produção de projetos fictícios! Afinal, se você está estudando e aprendendo tudo da sua área, é importante testar e praticar.Escreva textos para seu blog e mostre suas skills de produção de conteúdo e de Marketing. Produza algumas réplicas de sites ou redesenhe projetos já existentes para apresentar como você é craque na programação ou em UX. Participe de bootcamps e desenvolva projetos do início ao fim. Ou seja, oportunidades não faltam!Na Digital House, por exemplo, você consegue montar seu portfólio a partir do Projeto Integrador: um trabalho feito em equipe durante todo o curso. Você coloca em prática as habilidades aprendidas em sala de aula e, depois, ainda pode apresentar seu projeto como experiência para recrutadores conhecerem seu perfil.Agora é hora da mão na massa! Prepare suas melhores ideias e coloque-as em evidência para se destacar no mercado!

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